A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Atividade sobre Bullying, “Para com isso”


Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder. 


É assim que começamos um trabalho contra esse tipo de prática nas escolas do Bairro Educador Bangu, CIEP Olof Palme e Escola Municipal Ayrton Senna da Silva. Em parceria com o BE Paciência as escolas de Bangu recebem uma palestrante, no dia 26 de abril, para abordar um tema complicado e complexo para muitos.

 Durante as palestras com os alunos dos 4º e 5º anos foi apresentado um vídeo seguido de um bate papo com uma linguagem apropriada para os jovens. Nessa atividade os alunos aprenderam os diferentes tipos de Bullying que são praticados nas escolas e até mesmo nos ciclos sociais.


 As pessoas que testemunham o Bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o Bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade. Por esse motivo foi realizado um acordo entre os alunos, o chamado “Para com isso” que funciona como um grito de alerta, com o objetivo de inibir o agressor e assim não incentivar a continuidade da prática.
Por Leonardo Antunes

domingo, 15 de julho de 2012

“Era uma vez outra vez”, no BE Bangu

No mês de julho, o BE Bangu em parceria com a contadora de histórias Thaiane Leal, encerrou o primeiro ciclo do projeto “Era uma vez outra vez, mais uma vez” nas unidades escolares: Escola Municipal Ayrton Senna da Silva, CIEP Olof Palme e CIEP Maestrina Chiquinha Gonzaga, onde os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer o mundo mágico da contação de histórias.


O projeto "Era uma vez..." consiste em apresentações de sessões intimistas de contação de histórias, na qual cada sessão é apresentada nas escolas, bibliotecas e espaços alternativos destinados ao público infantil. A sessão é composta por quatro histórias que variam de temas e autores, todas ilustradas com fantoches, trilha sonora executada ao vivo, adereços e objetos cênicos.


O espaço para a apresentação foi montado com tecidos e com os próprios bonecos e instrumentos, armando então o espaço cênico e sua cenografia, criando um ambiente lúdico, propondo uma viagem ao mundo da imaginação.


O contador de histórias dedica-se a emprestar seu corpo, sua voz e seus afetos ao texto narrado, tornando-os mais atrativos e intimistas, provocando nos estudantes o encantamento e permitindo que a realidade se torne mais branda.

A contação de histórias é um instrumento para despertar o senso crítico e reflexivo nas crianças, afinal, um mesmo texto pode ser interpretado de diferentes formas. Essa mediação de leitura torna-se ainda mais envolvente quando a criança (ou mesmo o adulto – a contação de história, não é necessariamente desenvolvida apenas para crianças) se identifica com a história pelas suas “experiências” de vida, transportando as crianças para outros mundos e dando vida aos seus sonhos, através da leitura. Além de contribuir pra o desenvolvimento infantil por despertar emoções e valorizar sentimentos a partir da magia e da atração das histórias.


De acordo com a contadora de histórias: “O projeto influencia diretamente no aprendizado da criança, conseguindo o estimulo ao hábito e o prazer da leitura, entendendo a importância da leitura para a construção do conhecimento da criança, pois muitos textos narrados podem ser encontrados em livros. A contação desperta o interesse pela história, pois o faz descobrir como esta pode ser saborosa, favorece o desenvolvimento intelectual da criança, as histórias também são formas de produzirem conhecimento, enriquece o vocabulário da criança, facilitando para que ela tenha liberdade de escrever e contar com suas palavras sua própria história e estimula a comunicação oral, pois depois de ouvir a história a criança pode (re) contá-la.”.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Espetáculo Urucuia Grande Sertão – Valorizando a Zona Oeste

O Território 


Praticamente toda a Zona Oeste do Rio de Janeiro teve em sua origem uma história rural. A área onde está a Vila Aliança era então um enorme laranjal, que abastecia todo o Estado. Na década de 60, as árvores cederam lugar para o primeiro conjunto habitacional da América Latina. O governo então retirou famílias oriundas do nordeste do Brasil que residiam no Morro do Pasmado, no bairro de Botafogo, na praia do Pinto e na Favela do Esqueleto, realocando-as na nova comunidade.

No dia 7 de janeiro no ano de 1964, a Vila Aliança foi oficialmente inaugurada pelo então governador Carlos Lacerda, sendo seu nome uma homenagem à Aliança para o Progresso. 


O Projeto 


Em 2011, surge em Vila Aliança o Projeto Urucuia Grande Sertão, uma iniciativa que visa valorizar e estimular através das artes cênicas o reconhecimento e a importância da cultura popular.

O Projeto Urucuia Grande Sertão é realizado pelo Coletivo Peneira, um grupo com nove integrantes de diversas localidades do Rio de Janeiro, são eles: Luiz Fernando Pinto, Marcelo Antonio, Marcos Gessinger, Michele Lima, Moises Salazar, Pierre Montet, Rogério Lima, Thaiane Leal e Leonardo Antunes. Seus encontros são realizados nos CIEPs Maestrina Chiquinha Gonzaga e Olof Palme, ambos situados na Vila Aliança.


 O Coletivo circula com o Espetáculo Urucuia Grande Sertão, além do território de origem, também em mais quatro territórios: Senador Camará, Vila Kennedy, Bangu e Batan.


O coletivo surgiu com a proposta de resgate da obra do maior folclorista da América Latina, Luís da Câmara Cascudo, através do conto “A princesa adivinhona”. De forma lúdica Urucuia Grande Sertão consegue resgatar na memória dos moradores, a contação de histórias, a cultura popular, o pertencimento e a valorização de suas raízes.



As apresentações 

Cerca de 1.500 espectadores assistiram ao Espetáculo Urucuia Grande Sertão que fez a sua estreia na Escola Municipal Engenheiro Pires do Rio.





“Fico muito feliz quando vejo um aluno que passou pela escola, podendo retornar com um espetáculo como esse”. Comenta a Profª Cecelia sobre o integrante do Coletivo Peneira Luiz Fernando Pinto, que estudou na Escola Municipal Engenheiro Pires do Rio entre 1999 a 2003.

A segunda apresentação foi realizada no Ciep Mestrina Chiquinha Gonzaga.


“Adorei! Não imaginava que meus alunos fossem gostar tanto, farei uma roda de conversa sobre literatura oral com eles, a peça me deu várias ideias.” Comenta a Profª Ana Maria.

A terceira apresentação aconteceu no Sarau Cultural do Batan, Largo do Chuveirinho, no dia 20/11, contamos com a presença da Carmen do BE Realengo que articulou a presença do Coletivo Peneira no local.


“Adorei todo o evento, o Batan precisa de atividades como essa. Apesar do forte calor eu não deixei de ficar atenta às apresentações” Comenta uma moradora do Batan.

A quarta apresentação foi realizada na Lona Cultural Municipal Hermeto Pascoal, dia 24/11, onde tiveram presentes alunos da  E.M Abrahão Jabour, E.M. Jorge Jabour e moradores da região.


“Meus alunos adoraram, quando chegar em sala de aula vou fazer um trabalho com eles, tentei traduzir algumas partes, mas eles nem olhavam pra mim, estavam vidrados no espetáculo.” Comenta a Profª Alessandra, que levou um grupo de 9 alunos deficientes auditivos para assistir ao Espetáculo Urucuia Grande Sertão.

A quinta apresentação foi realizada no Teatro Mario Lago, na Vila Kennedy, no dia 28/11. Contamos com a articulação do BE Vila Kennedy que proporcionou aos alunos entrarem em contato com as artes cênicas.


“Dedicamos nossa apresentação aqui na Vila Kennedy, ao nosso poeta Mario Lago que completaria essa semana seus 100 anos” Luiz Fernando Pinto, referindo ao centenário de Mario Lago.

O Bairro Educador acredita que arte e educação caminham juntas.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A história de Bangu desde de 71

Dia 27 de outubro, quinta feira, o núcleo de comunicação do CIEP Olof Palme através do desenvolvimento da trilha educativa “O meu pé de laranja lima”, seguem junto com os alunos para a terceira entrevista do documentário que será criado pelo núcleo para apresentar a todo CIEP a visão do bairro de Bangu através de pessoas de referência.


O terceiro entrevistado foi o Padre Mario, responsável pela Paróquia São Sebastião e Santa Cecília. Morador de Bangu desde 1971, o Padre nos conta que até os dias de hoje ainda não conseguiu se adaptar ao clima quente do bairro, já que nasceu no interior de Minas Gerais. Ele nos conta como foi a evolução de Bangu, como a fábrica, um pouco sobre os moradores e a cultura local, tentando contabilizar a quantidade de casamentos e batismos que realizou, mas são tantos, que fogem à memória.



Os alunos descobrem que a igreja já possui 103 anos, e o padre conta um pouco sobre as festa de centenário e o quanto significou. No final os alunos se sentem com a missão cumprida e acabam conhecendo um pouco mais sobre a história de Bangu e a cultura local.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O descobrir Das Coisas - Um Certo Pé de Laranja Lima no BE Bangu

A trilha educativa “O meu pé de Laranja Lima” teve inicio no ultimo dia 10 de outubro, quando o núcleo de comunicação do CIEP Olof Palme, composto pelos alunos do grêmio, Alessandro da Silva, Wanda Larissa, Ana Paula e Luiz Claudio, foi capacitado para ocupar funções para a produção de vídeos documentários, e-zine e jornal mural. O Núcleo irá sensibilizar os alunos para a produção de material que comunicará as atividades da Trilha Educativa. O Jornal Mural será um ponto de exposição das notícias para alunos, funcionários e responsáveis como forma de repassar a produção e pesquisa realizada pelos alunos.

Acompanhando as atividades agendadas, o Núcleo de Comunicação realizou sua primeira entrevista com das mais antigas moradoras do bairro e diretora do Centro Comunitário de Defesa da Cidadania (CCDC), Dona Zica.

O Núcleo de Comunicação junto com o Técnico de Enfermagem do NES, Rodrigo Costa, elaboraram quatro perguntas e a principal foi:

“O que você acha do começo da fundação da comunidade da Vila Aliança e as mudanças que nos trazem ao dia de hoje?". Uma pergunta marcante na qual D. Zica se recorda desde sua saída no morro do Pasmado até sua chegada em Vila Aliança onde todos teriam que se adaptar com suas novas condições de moradia.

Ao decorrer da entrevista D. Zica se mostra muito emocionada e muito contente com a criação do núcleo de comunicação. 

Ao final da entrevista, D. Zica desabafa e resume sua felicidade em ver como as crianças estão dispostas e focadas no desenvolvimento da Trilha Educativa e no ensinamento que será passado para todos os alunos do CIEP.

Mais sobre a Trilha Educativa "O Meu Pé de Lima":

A Trilha Educativa “O meu pé de laranja lima” surgiu através de reunião do Gestor de Núcleo Fabiano Silva, com a diretora do CIEP Olof Palme, Ângela, que é moradora do bairro de Bangu e apaixonada pela história local. A Trilha “O meu pé de laranja lima” será utilizada como base para a desmistificação do bairro, onde faremos uma viagem ao passado, utilizando o livro do renomado escritor: José Mauro de Vasconcelos.

É um livro extremamente marcante, comovente e triste. Marcante pela ironia da sua história, comovente pela simplicidade transmitida e com que é escrito e triste pela dor e pelas perdas retratadas, com uma mescla de turbulentas emoções e pequenas conquistas e vitórias, vividas pelas personagens, que vêm ao rubro de forma simples e eloquente em cada palavra. Nesse sentido, a Trilha Educativa aqui apresentada se encaixa numa comunicação perfeita com a proposta anterior desenhada pela Trilha da Metamorfose. O amadurecimento de Zezé e as descobertas, nesse caso serão retratadas como os passos dos alunos pela trilha. Amadurecimento aqui será sinônimo de aprendizado e descoberta.

O livro será utilizado como um norteador que nos permite grandes lembranças do passado do bairro de Bangu, contando com a evolução do mesmo, passaremos pelos principais pontos, como: Cassino Bangu, Bangu Atlético Clube, Cinemas, Fabrica Bangu, entre outros.

A Trilha Educativa “O meu pé de laranja lima” busca trabalhar entre os alunos e a comunidade a desmistificação da comunidade.

A trilha educativa aqui proposta pelo Projeto Bairro Educador utiliza metodologia dialética onde cabe ao docente/professor da rede municipal de ensino de cada escola, que vivência o potencial educativo deste caminho que combina conteúdo de sala de aula com valorização do espaço comunitário em operação educativa, a partir do despertar da curiosidade de seus alunos. E ainda para o Bairro Educador, as trilhas educativas devem funcionar como extensões da sala de aula, formadas por praças, parques, ateliês, becos, estúdios, oficinas, empresas, museus, teatros, cinemas, parques de diversão, centros esportivos, bibliotecas, livrarias, escolas de samba, associações de moradores, igrejas, cooperativas e espaços que ofereçam possibilidade de aprendizagem.

Nesse caso, a trilha em questão deseja contribuir para a sensibilização do aluno quanto ao descobrir das coisas, quanto ao amadurecimento autônomo da aprendizagem de cada aluno que participará da trilha. Para isso, será construído em dado momento dois marcos de avaliação que estimulará o aluno a se entender como individuo e enquanto estudante descobridor do mundo ao redor.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Formação do Núcleo de Comunicação no CIEP Olof Palme

Texto e Fotos: Leonardo Antunes

Através do desenvolvimento da trilha educativa “O meu pé de laranja lima”,  as equipes dos Bairros Educadores Bangu e Jabour, se reuniram com o núcleo de comunicação formado pelo grêmio, que será responsável pela construção de um Zine sobre a Trilha Educativa, além de auxiliar no contato com os parceiros envolvidos no desenvolvimento da trilha.
O Núcleo irá sensibilizar os alunos para a produção de material que comunicará as atividades da Trilha Educativa. Os mesmos serão capacitados para preparar o Zine do CIEP e o Blog. O Jornal Mural será um ponto de exposição das notícias para alunos, funcionários e responsáveis como forma de repassar a produção dos alunos. O núcleo conta com o apoio do técnico em saúde nas escolas como responsável e mentor Rodrigo Costa.


Eles terão a possibilidade de conhecer junto com todo o CIEP, a história de Bangu, passando por pontos históricos fotografando, filmando e entrevistando moradores com o papel importante na construção deste lindo bairro. O grupo será formado por dois fotógrafos, um câmera e dois jornalistas.

No primeiro dia de encontro os alunos Luiz Claudio e Ana Paula da turma 1402, apresentam grande senso de democracia, informando que só poderão tomar qualquer decisão com a presença e voto dos demais participantes.

No final da reunião os mesmos se mostram muito envolvidos com todo o tipo de atividade que envolva o crescimento dos alunos e da escola.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

CIEP Olof Palme realiza espetáculo “O que é metamorfose?”

O espetáculo “O que é Metamorfose”, um dos eventos mais aguardados por alunos e professores do CIEP Olof Palme ocorreu nesta sexta-feira, 10 de junho, e foi um grande sucesso. Toda a ansiedade dos alunos e professores acabou assim que entraram no “palco” quando os alunos foram recepcionados com festa pela plateia que foi presenciar o espetáculo. Com direito a maquiagem, figurinos, cenário e adereços, os alunos superaram as expectativas.

Antes de dar inicio a apresentação, os alunos se reuniram com o professor de teatro Luiz Fernando para a concentração e oração do teatro. Encantados com a roda, os alunos repetiram em coro o ritual que é utilizado em todos os grupos de artes cênicas antes do espetáculo. Em alto e bom som eles repetiam “Eu seguro minha mão na sua, para que juntos possamos fazer, aquilo que eu não posso e não consigo fazer sozinho.”.

No final das quatro apresentações, pode-se perceber que todos os presentes aprenderam de uma forma dinâmica como funciona o ciclo da metamorfose.

De acordo com o professor Luiz Fernando, apesar de ser um grande desafio trabalhar com uma turma tão grande, ele ficou bastante satisfeito com o trabalho em equipe apresentado pelo grupo. “Eu nunca tinha trabalhado com uma turma tão grande dentro de uma Escola Municipal. Desde o inicio foi um grande desafio e a cada dia de ensaio com os alunos tinha a certeza de que seria uma troca de experiências. Estava muito ansioso para o dia da estreia, apesar de ter a certeza que tudo daria certo, tive uma grande surpresa da energia e do cuidado com o próximo, foi perceptível o quanto eles trabalharam em equipe. Notei um grande crescimento desde o primeiro dia e o que mais me deixou feliz foi o trabalho em equipe da produção, no qual todos colocaram a mão na massa”, afirmou.

O evento, que foi assistido por todas as turmas do CIEP e pela coordenação da 8ªCRE, foi muito elogiado por todos os presentes. A coordenadora pedagógica Marília emocionou a todos com seu discurso. “A apresentação dos alunos da turma 1303 foi maravilhosa. Hoje foi dado o primeiro passo para a conscientização deste grupo de crianças que precisam muito do nosso apoio para alcançar o objetivo pedagógico e social que tanto sonhamos: A alfabetização de todos os alunos e o resgate de uma convivência tranquila, para que a amizade entre eles seja enfim construída,”, disse;
Josecy Brilhantino (Assessoria de coordenação),
Aline Quandt (Ação integradora) e Valdinéia (GED), representantes da 8º CRE  se dirigiram ao camarim parabenizando os alunos pela apresentação. Josecy Brilhantino abraçou a equipe técnica e disse “Muito obrigado, muito obrigado” emocionada com o desempenho de todo o CIEP.
O evento foi assistido por todas as turmas do CIEP e pela coordenação da 8º CRE. 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Alunos do CIEP Olof Palme aquecem para a Trilha Educativa "O que é Metamorfose"


Na reta final para a apresentação do musical baseado na Trilha Educativa “O que é Metamorfose?” os alunos do CIEP Olof Palme (BE Bangu) se mostram cada dia mais empenhados e disciplinados. Nesta quinta-feira, 9 de junho, véspera da apresentação algumas crianças começaramm a fantasiar o mundo ideal a partir do pensamento baseado na idéia da metamorfose individual dos alunos.
 Na parte da manhã, os alunos tiveram aula de inglês, porém o foco deles estava virado para o que acontecia dentro do auditório do CIEP, onde vai acontecer a apresentação.
Uma das coisas mais importantes e perceptíveis é o prazer de conhecer a matéria de ciências “Os ciclos da vida” através desta grande diversão.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

CIEP Olof Palme (BE Bangu) na Trilha Educativa da Metamorfose

“Eles são um desafio”, essas são as palavras do professor de teatro Luiz Fernandes sobre a turma de 3º ano do CIEP Olof Palme que em parceria com BE Bangu está ajudando a desenvolver a trilha educativa “O que é metamorfose?”. A solicitação foi feita pela Coordenadora Pedagógica Marília Mello, e começamos a trabalhar com os alunos que possuem mais dificuldade na aprendizagem. O objetivo principal: TRANSFORMAR A REALIDADE, TRANSFORMAR O ALUNO.


Bastou uma conversa com a professora Luciana para percebemos uma estratégia de trabalho. Apesar da dificuldade em ler e escrever, os alunos possuem muita facilidade para trabalhar com musica, então, a trilha se desenhou através de um musical, que compõe algo que eles estão aprendendo nas aulas de ciência (Cientistas do Amanhã): “Os ciclos da vida”. O que se conectou perfeitamente com a proposta de metamorfose.


O musical surtiu muito efeito, pois as crianças juntam a diversão transformando (metamorfoseando) a escola e o aprendizado em um simples: “prazer de estudar”. Percebemos o avanço desta turminha na educação e na cultura. Demonstrando cada vez mais uma mudança de comportamento e respeito ao próximo. Ao chegar à sala de aula foi perceptível que a motivação é o ponto principal para que essas crianças desenvolvam o prazer de aprender.


Através dessa proposta, o BE Bangu desenha uma verdadeira metamorfose. E seguindo os caminhos de Kafka, onde a escola: “... eras para mim uma janela através da qual podia ver as ruas. (Que) Sozinho não o podia fazer.”

A apresentação será realizada no dia 03 de junho para toda a escola como uma forma de motivação dos demais.