A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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terça-feira, 16 de abril de 2013

Educadores contam a história do brasil através de aula passeio


O programa CCBB Educativo, do Centro Cultural do Banco do Brasil, recebeu no dia 16 de abril, os estudantes da Escola Municipal Armando Fajardo, em visita articulada pelo Bairro Educador Cidade Alta, em conjunto com a direção da escola.


Estiveram presentes na aula passeio a professora Dalizer Araújo, uma representante do conselho escolar Ana Lúcia Rodrigues e os pais voluntários Walber Araújo de Paula e Maria Betânia Nunes. Os educadores do museu explicaram para os estudantes como funciona o espaço, reforçando a ideia de que o centro cultural é um espaço gratuito de difusão de cultura e que pode e deve ser ocupado por todos.


Após as orientações da equipe os alunos foram dividiso em dois grupos, para realizarem uma atividade de visita guiada à Galeria dos Valores e ao teatro. Eles conheceram as cédulas e moedas antigas do início do século XX de diferentes países. Um estudante disse ter se surpreendido ao ver uma cédula de R$ 1,00, a qual parou de circular recentemente.


A atividade proposta teve como objetivo oferecer novos espaços para aprendizagem e apresentar um dos espaços de arte e cultura da cidade, com serviços gratuitos.

O Bairro Educador agradece a equipe multidisciplinar do setor educativo do CCBB, pela oportunidade.

Por Paulo Renato Safadi

quarta-feira, 14 de março de 2012

“Bullying, a brincadeira que não tem graça”


Em março de 2012, os alunos do 4º e 5º ano, dos tunos da manhã e da tarde, da Escola Municipal Armando Fajardo (BE Cidade Alta)  assistiram ao vídeo “Bullying, Brincadeira que não tem graça” e em seguida participaram de uma conversa sobre o tema.

A atividade foi proposta a partir de uma conversa entre a diretora da escola, a professora Maralice Motta, a técnica de Educação e Saúde do Programa Saúde nas Escolas (PSE) Glauce Gomes Camilo e o gestor de projetos do Bairro Educador (BE), Paulo Renato Safadi.

As equipes do BE e PSE orientaram os alunos para eles refletirem sobre o que compreendem sobre o bullying e perguntaram se eles já haviam sofrido tal agressão.


Cerca de 160 alunos e 6 professoras participaram ativamente da atividade, que abordou a diferença entre uma brincadeira “comum” e o bullying (assédio moral e intimidação entre estudantes e jovens). A equipe ressaltou o respeito às diferenças e às consequências tanto para o agente, quanto para a vítima do bullying.

Paulo Renato, Ana Cristina e Glauce (Programa Saúde nas Escolas)

Aluno escrevendo frase sobre Bullying

Alguns alunos falaram que não gostam de receber apelidos e que isso os aborrece muito. Frente a isso firmaram um compromisso em fazer denúncias quando seus amigos sofrerem ou praticarem bullying. Ao final da conversa todos os estudantes demonstraram seu aprendizado do dia escrevendo frases e palavras sobre como agir quando sofrerem bullying e como ajudar os colegas que passam por tal situação na escola.

Por Paulo Renato