A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Os primeiros impactos após visita ao cemitério


A atividade de visitação de estudantes, professores e parceiros ao Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, completou um mês no dia 1º de maio. A ação é uma proposta do Bairro Educador Caju, na perspectiva da consolidação do território como um espaço educativo.



O Bairro Educador, a partir de um planejamento e construção conjunta entre escola e parceiro, integrou os saberes curriculares e populares, contribuindo na formação dos estudantes. Durante a visita, os estudantes foram estimulados a exercitarem a leitura, cidadania e  pesquisação.



A participação do Parque de Material Eletrônica da Aeronáutica - PAME, Clínica Municipal de Saúde Fernando Braga Lopes e do Programa Mais Educação potencializaram a utilização do cemitério e permitiu uma ampliação da rede de parceiros do BE. Além de trabalhar os conteúdos pedagógicos, também foram ressaltadas a utilização do local para geração de renda, melhor aproveitamento dos moradores e restauração do cemitério.


A inserção da Aeronáutica viabilizou o transporte dos estudantes e, em contra partida, a gestora de projeto do BE Caju, Marcelly Pereira, responsabilizou-se em sensibilizar e levar os estudantes do Segundo Turno Cultural ao cemitério. O Segundo Turno Cultural é um curso preparatório para os estudantes da rede municipal de educação, que atende a 100 beneficiários, em sua  maioria alunos das unidades de ensino do próprio bairro (Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel).


Na próxima sexta feira, dia 10 de maio, será realizada a culminância da trilha educativa “Ilustres Mortais”. 



Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Alunos se conscientizam que o cemitério é um espaço educativo


Os estudantes das quatros  unidades escolares do BE Caju (CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas), visitaram durante a primeira semana de abril, dos dias 1º a 12 de abril, o Cemitério São Francisco Xavier no Caju, em prol da trilha educativa “Ilustres Mortais”. O objetivo da visita foi mostrar para os estudantes que o cemitério também é um espaço educativo.


O guia do cemitério, Waldeir de Almeida, acompanhou os estudantes que visitaram os túmulos do Barão do Rio Branco, Jamelão, Nena Martinez e Noel Rosa, personagens que tiveram influências para a história e cultura brasileira.


Um funcionário da Santa Casa contou para os estudantes algumas histórias de terror vivenciadas, e mesmo com essas experiências ele ressaltou não ter medo do local. “O relato do funcionário ajudou alguns estudantes a desconstruir o medo do cemitério, pois ele viu fantasmas, assombrações e mesmo assim continua trabalhando sem medo por aqui,” disse um estudante da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


O guia também explicou aos estudantes o significado de algumas denominações utilizadas no espaço, como por exemplo: carneiro, jazigo, mausoléu e capela. Ele  ressaltou que o principal meio de comunicação entre os funcionários do cemitério é o sino.


Durante o percurso os estudantes também puderam conhecer os mausoléus da Força Expedicionária Brasileira – FBE, onde foi enterrados o General Presidente João Figueiredo, de Emilinha Borba, Lamartine Babo, Barão de Mangaratiba e a quadra da Irmandade de São Pedro.


O BE agredece a todos os diretores, professores, estudantes, responsáveis e à administração do cemitério em viabilizar as visitas e desmitificar a ideia que a sociedade tem deste espaço. 


Por Marcelly Pereira

sexta-feira, 22 de março de 2013

Primeiros encontros da trilha educativa: Ilustres Mortais


Na primeira quinzena de março a gestora de projetos, Marcelly Pereira, iniciou a trilha Ilustres Mortais nas quatro unidades escolares que integram o BE Caju: CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel. Até o presente momento foram finalizados os dois primeiros encontros, que antecedem a visita ao cemitério.



Ao apresentar a proposta da trilha, os professores demonstraram entusiasmo e anteciparam para os estudantes que eles irão visitar o espaço cemiterial.  Os estudantes, no início, se espantaram com a proposta de visitar o cemitério, pois não enxergavam as potencialidades deste equipamento urbano. Após entenderem a proposta da visita, assistiram um vídeo de sensibilização com imagens antigas do bairro, mostrando as riquezas e o legado da nobreza no Caju. Todos foram questionados com relação ao equipamento urbano e o por que têm resistência em visitá-lo.



A atividade do segundo encontro foi pautada nas habilidades dos estudantes de 6º ano, na disciplina de geografia, que trabalha a relação do aluno com o bairro de origem. No primeiro momento a gestora de projeto explanou sobre o conceito de lugar e as suas diversas significações, utilizando as orientações de ações lúdicas do Educopédia. Na perspectiva de integrá-los à trilha, o encontro foi interativo, pois contou com a participação deles no simulador de vida, uma aula prática sobre o conceito de lugar, relacionado à sobrevivência do dia a dia e à vida social. Em seguida, os estudantes acessaram o google maps, onde foi apresentado o mapeamento do Bairro Educador e explicado cada ícone. A partir da interatividade dos participantes foram visualizados um varal e um resquício de praia (bastante poluída), mas com um píer abandonado.



Nesta semana foi finalizado o terceiro encontro da trilha, que tem como proposta mostrar os marcos históricos do bairro, com a construção da linha do tempo, tendo como ponto inicial a chegada da Família Real ao Brasil. Para garantir a atenção dos estudantes e potencializar a participação das professoras, será realizado um jogo de perguntas e respostas, com direito a ajuda dos professores, google e universitários.

A cada encontro os estudantes diminuem suas resistências e ampliam o conhecimento a respeito do tema. A geógrafa Nágela Golçaves, professora da Escola Marechal Mascarenhas de Moraes, sinalizou alguns trabalhos possíveis para serem elaborados ao longo do semestre. A diretora Maria Cristina Caramuru comentou que na Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas realizou um trabalho similar na década de 80, mas naquela época o bairro era outro, e acrescentou o roteiro da visita ao cemitério.

Na primeira semana de abril os estudantes irão visitar o cemitério. Será um momento de rupturas e de ressignificação, onde o cemitério será visto como um espaço educativo.
Por Marcelly Pereira


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Retorno às escolas do BE Caju


As aulas das escolas da rede municipal de ensino tiveram início na última semana de fevereiro, e o BE Caju fez um planejamento com o objetivo de aplicar atividades lúdicas que serão desenvolvidas com os estudantes no decorrer deste ano letivo. Para a realização das atividades, é fazer um traçado pedagógico realizado a partir do Projeto Político Pedagógico - PPP e o plano de trabalho dos professores. 

Os planos de trabalho estão em processo de amadurecimento, todos foram construídos a partir da demanda e do perfil da comunidade escolar. Apesar das especificidades, é necessário alinhar algumas ações entre as unidades de ensino, promovendo uma integração entre as escolas do bairro. Este ano duas atividades irão integrar as escolas, a trilha do "Eu" e "Ilustres Mortais". As escolas do Bairro Educador Caju são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


A trilha do “Eu” surgiu no ano passado, pois foi identificado de acordo com a opinião de estudantes de unidades escolares do entorno, que haviam diversos fatores que tornavam o CIEP Henfil um espaço negativo, devido também a sua localização. A trilha educativa do “Eu”, edição 2013, apresenta algumas características, tais como: a utilização do google maps para identificar a casa dos estudantes da educação infantil, mostrando os diversos núcleos que integram o Caju. 

Segundo a professora Rosangela Patriota (Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira) “as mães e as crianças entendem o Caju apenas como o centro do bairro, porém quando falamos de Parque São Sebastião, Chatuba, Parque Conquista e Manilha, fazemos referência também ao Caju”. Ao encontro da trilha que propõe uma ação de apropriação da cidade, a professora Tatiane Gregório sinalizou uma atividade muito interessante aos estudantes, que foi conhecer o Pão de Açúcar, já que o bondinho abriu inscrição para fazer uma visita ao local.


Os “Ilustres Mortais” é a trilha educativa que dialoga com algumas das ações estratégicas do Bairro Educador, no que tange a apropriação da cidade; realização de ações coletivas entre as Escolas do Amanhã e outras unidades escolares do mesmo Bairro Educador; realização de ações envolvendo Escolas do Amanhã e parceiros; fomento de parcerias com PSE (Programa Saúde na Escola) e PSF (Programa Saúde da Família). O objetivo da atividade é motivar a utilização do equipamento urbano enquanto um recurso pedagógico, que permite melhorar o aprendizado nas disciplinas de português, história, artes e geografia. As escolas que estão participando dessa atividade são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


O BE pretende realizar este ano a feira literária do Caju; formação do núcleo de comunicação do amanhã; PROCEI - Projeto CEI - Conhecer, Escolher E Investir: oficinas pedagógicas sobre projetos de vida com transição para o ensino médio e feira de profissões; participar das reuniões do Cartão Família Carioca; criar o núcleo de mães; e a revitalização e fortalecimento dos grêmios. O planejamento agrega as propostas da direção, coordenação pedagógica, professores e estudantes. 

Por Marcelly Pereira


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Grêmio Chapa Show e BE Caju pensando: “O Caju mais limpo seria possível?”


O Grêmio Estudantil Chapa Show, da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, BE Caju, realizou uma análise dos problemas ambientais do Bairro Caju, com o auxílio do Bairro Educador, nos meses de maio a setembro.


O trabalho teve início com a oficina de jornal mural, com ênfase nos desdobramentos da Rio +20. Por meio de uma orientação da escola, a publicação deveria esclarecer junto ao público estudantil, a essência dos debates, o significado do termo sustentabilidade e a relação do evento com a ECO 92.


Os estudantes ao iniciarem o processo de apropriação do jornal mural identificaram outros possíveis temas a serem abordados no meio de comunicação escolar. O jornal mural começou a ter forma e conteúdo e as lideranças estudantis envolveram todos os alunos para produzir o mascote do jornal. Desta forma, surgiu o leão, símbolo do militarismo e com os atributos que evocam a patente de Marechal. “Jornal Mural só informa coisa legal”, foi o slogan usado pelos estudantes para colocarem no jornal. O Leão nasceu junto com o tema da primeira publicação do jornal: O Caju mais limpo é possível?

Com o surgimento da identidade visual, o material de campanha começou a ser elaborado. Foram utilizadas diversas técnicas artísticas no projeto piloto: desenhos, frases, formas, figuras, recortes, colagem para a produção do mascote.


Atualmente estamos na última etapa que antecede a publicação do jornal mural, os meses foram de amadurecimento, entrosamento com o tema, pesquisa, elaboração da propaganda e questionário a ser aplicado com os parceiros do território.



Todos os estudantes e professores sabem que o Caju é um bairro bastante poluído, em virtude do lixo jogado nas ruas, as carretas nas calçadas, e outros fatores... Agora, o desafio será responder a pergunta do Grêmio “O Caju mais limpo é possível?”

Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Professores do Caju Discutem Bullying

No último dia 19 de outubro aconteceu nas escolas o Centro de Estudos de tempo integral, espaço destinado aos professores para planejamento das atividades bimestrais. O Bairro Educador juntamente com o Instituto Noos promoveu uma atividade com os professores da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


A atividade foi aberta com uma música de Renato Russo levada pela coordenação da unidade escolar intitulada Baader-Meinhof Blues:



“A violencia é tão fascinante

E nossas vidas tão normais

...

Já estou cheio de me sentir vazio

...

Afinal, amar o próximo é tão demodé



...”
Aberta a discussão falamos sobre os vários tipos de violência que acontecem no espaço escolar, entre elas, o bullying. O conceito foi teorizado e caracterizado, e, assim, pode-se identificar casos que aconteceram na escola.
Foi um momento onde os professores puderam falar de suas boas práticas e ações que estão realizando para o combate a violência e ao bullying.


Agradecemos a Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas por abrir um espaço em suas atividades para nos receber.

Agradecemos o Instituto Noos por colaborar em mais uma atividade.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Alunos do BE Caju visitam UERJ e se encantam com sua grandeza

A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) recebeu no último dia 22, os alunos do 5º anos da E.M Marechal Espiridião Rosas (BE Caju). A equipe do Bairro Educador fez a articulação para que as crianças tivessem a oportunidade conhecer uma universidade, principalmente, sendo pública. O evento UERJ sem Muros já está em sua 22º edição e é um espaço onde professores e alunos podem apresentar suas produções acadêmicas. A universidade disponibilizou o ônibus que fez o transporte das crianças e no final das atividades ofereceram um delicioso lanche para as crianças e professores.
Ao entrar na universidade as crianças se surpreenderam com o tamanho da instituição. A visita a universidade foi uma ótima experiência para crianças tão novinhas, mas que já pensam no futuro foi de grande valia. As crianças saíram da UERJ planejando voltar como futuros universidades
Passada a emoção da grandiosidade do local foi hora de participar das atividades do evento e eram muitas. Começamos pelo jogo de minivoleibol, uma metodologia apresentada por professores da escola de vôlei do Bernardinho que é oferecida na instituição. A atividade visa ensinar os fundamentos do vôlei para crianças em uma área reduzida. Visitamos o planetário móvel montado no centro cultural e aprendemos sobre as constelações que existem em nosso sistema solar, além de visualizar os movimentos da terra. A entrada para o planetário foi uma grande aventura para os estudantes que atravessavam um túnel escuro até chegar à parte central. Diversão e aprendizado juntos!!! Seguimos para área dos stands que tinham experiências cientificas sendo realizadas, orientações sobre a forma correta de escovação dos dentes, além de muitos jogos feitos com materiais reciclados do Projeto Gente Miúda, do curso de enfermagem.

As crianças aprenderam como pode ser divertido aprender!!!
Agradeçemos a UERJ que cedeu o ônibus para o transporte dos alunos e também um monitor, Pedro, para nos guiar em seu extenso território. Agradecemos também a direção da Escola Marechal Espiridião Rosas por liberar a turma e professores que fossem ao evento. Que

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pequenos do Caju na XV Bienal do Livro


A XV Bienal do livro, acontecimento editorial mais importante do país nos anos ímpares, começou no último dia 1º de setembro, e recebeu em seu os alunos da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, acompanhado dos professores, no dia 2. A equipe do Bairro Educador acompanhou a escola na visita dos pequenos leitores,  o que se tornou uma grande aventura.

                                     O trajeto do bairro do Caju, zona portuária, até Jacarepaguá, local onde está acontecendo à feira foi à primeira parte da aventura. Passando pelo Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, e pela cidade do Rock, onde vai acontecer o Rock in Rio as crianças ficaram maravilhadas. Chegando a bienal começou a segunda parte da aventura. Aquele mundo de livros encantou os pequenos que participaram de várias atividades.
                                         


Aprenderam a técnica de digitalização de livros e sua importância para o mundo atual, participaram de um quizz sobre meio ambiente, no qual concorreram a livros. Um dos alunos foi campeão.  Parabéns João Vitor!!!
Aluno João Vitor, com o livro que ganhou
Aprenderam como fazer mágicas, passaram por labirintos, brincaram com as letras que eram projetadas no chão, conheceram um egípcio que os ensinou sobre o islã, aprenderam mais sobre as leis e para terminar o dia, foram às compras, com o cupom de R$5 que receberam na entrada da Bienal. Livros de histórias em 3D, livros gigantes de pintura, histórias de heróis e princesas foram as principais aquisições.
Muita curiosidade na hora das mágicas

Os pequenos leitores encheram sacolas após as compras
A equipe do bairro educador ficou muito feliz em acompanhar a Escola e poder conhecer melhor os professores e os alunos.
Estudantes aprendem a técnica de digitalização