A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Sustentabilidade + Responsabilidade = Mundo melhor


O Bairro Educador Bangu em parceria com o geografo Michel Passos, lançou no dia 06 de maio, um olhar diferenciado para a natureza e seus desafios. E falando em natureza, a Escola Municipal Ayrton Senna da Silva com sua localização e vista privilegiada é contemplada com um dos assuntos mais importantes da atualidade: sustentabilidade.

Uma das atividades escolhidas para a sensibilização dos alunos foi à horta vertical, onde são apresentadas as formas de reciclagem e importância das plantas para a manutenção diária do planeta.


Os alunos aprenderam o passo a passo da construção da horta, desde a escolha do material, recorte, montagem e plantação. No inicio das atividades foi realizado uma palestra abordando a importância da reciclagem, o tempo em que alguns materiais demoram a se decompor e o mais importante, além de uma alimentação mais saudável, é possível contribuir com o meio ambiente.


Com a ajuda dos professores que já trabalhavam o tema em parceria com o projeto “Cientistas do amanhã” ficou muito mais fácil à percepção dos alunos ao assunto. Algumas perguntas foram feitas e a resposta dos alunos ajudou no desenvolvimento da palestra e da construção da horta. Durante a palestra foi apresentado aos alunos um “terrário” para apresentar a importância das plantas em nosso meio ambiente e para a surpresa, os alunos já tinham realizado um trabalho paralelo onde os mesmos possuíam seus próprios ”terrários”, aprendendo com responsabilidade como devemos cuidar da natureza.


Os alunos aprenderam sobre respeito a natureza, e que ter uma horta em casa pode fazer parte da realidade de qualquer pessoa, afinal de contas, é possível cultivar hortaliças, temperos e pequenas flores em uma casa ou em um apartamento. Não importa a quantidade de espaço que você dispõe: sabendo utilizar os recursos certos, é possível criar uma horta bonita e saudável em qualquer ambiente.
Por Leonardo Antunes

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Atividade sobre Bullying, “Para com isso”


Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder. 


É assim que começamos um trabalho contra esse tipo de prática nas escolas do Bairro Educador Bangu, CIEP Olof Palme e Escola Municipal Ayrton Senna da Silva. Em parceria com o BE Paciência as escolas de Bangu recebem uma palestrante, no dia 26 de abril, para abordar um tema complicado e complexo para muitos.

 Durante as palestras com os alunos dos 4º e 5º anos foi apresentado um vídeo seguido de um bate papo com uma linguagem apropriada para os jovens. Nessa atividade os alunos aprenderam os diferentes tipos de Bullying que são praticados nas escolas e até mesmo nos ciclos sociais.


 As pessoas que testemunham o Bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o Bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade. Por esse motivo foi realizado um acordo entre os alunos, o chamado “Para com isso” que funciona como um grito de alerta, com o objetivo de inibir o agressor e assim não incentivar a continuidade da prática.
Por Leonardo Antunes

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Fanzine de campeões

Na última semana do mês de agosto, a Escola Municipal Ayrton Senna da Silva, unidade escolar integrante do BE Bangu, completou 15 anos de histórias e objetivos alcançados. Durante a semana de comemoração de aniversário da escola, o Bairro Educador realizou a “Oficina de fanzine”, ministrada por Felipe Araújo, gestor de projetos do BE. Fanzine é uma mídia alternativa independente, de baixo custo, que visa à apresentação, de forma livre e artística, de um enfoque sobre determinado tema.



O principal objetivo da atividade foi estimular o trabalho em grupo e possibilitar que os estudantes valorizassem o espaço escolar onde estudam e aprendessem mais sobre a história do ídolo brasileiro, Ayrton Senna. A oficina foi realizada com os estudantes do 5º ano, que foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo ficou responsável pela produção textual sobre a história da escola, e o segundo grupo realizou uma técnica de recorte e colagem, utilizando revistas (que foram enviadas pelo Instituto Ayrton Senna) onde produziram pequenos textos sobre o patrono da unidade.


Os estudantes produziram dois fanzines que foram entregues pelos mesmos aos responsáveis e professores, durante a semana comemorativa. Eles puderam ressaltar através da arte a importância da instituição de ensino para a comunidade escolar.


domingo, 15 de julho de 2012

“Era uma vez outra vez”, no BE Bangu

No mês de julho, o BE Bangu em parceria com a contadora de histórias Thaiane Leal, encerrou o primeiro ciclo do projeto “Era uma vez outra vez, mais uma vez” nas unidades escolares: Escola Municipal Ayrton Senna da Silva, CIEP Olof Palme e CIEP Maestrina Chiquinha Gonzaga, onde os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer o mundo mágico da contação de histórias.


O projeto "Era uma vez..." consiste em apresentações de sessões intimistas de contação de histórias, na qual cada sessão é apresentada nas escolas, bibliotecas e espaços alternativos destinados ao público infantil. A sessão é composta por quatro histórias que variam de temas e autores, todas ilustradas com fantoches, trilha sonora executada ao vivo, adereços e objetos cênicos.


O espaço para a apresentação foi montado com tecidos e com os próprios bonecos e instrumentos, armando então o espaço cênico e sua cenografia, criando um ambiente lúdico, propondo uma viagem ao mundo da imaginação.


O contador de histórias dedica-se a emprestar seu corpo, sua voz e seus afetos ao texto narrado, tornando-os mais atrativos e intimistas, provocando nos estudantes o encantamento e permitindo que a realidade se torne mais branda.

A contação de histórias é um instrumento para despertar o senso crítico e reflexivo nas crianças, afinal, um mesmo texto pode ser interpretado de diferentes formas. Essa mediação de leitura torna-se ainda mais envolvente quando a criança (ou mesmo o adulto – a contação de história, não é necessariamente desenvolvida apenas para crianças) se identifica com a história pelas suas “experiências” de vida, transportando as crianças para outros mundos e dando vida aos seus sonhos, através da leitura. Além de contribuir pra o desenvolvimento infantil por despertar emoções e valorizar sentimentos a partir da magia e da atração das histórias.


De acordo com a contadora de histórias: “O projeto influencia diretamente no aprendizado da criança, conseguindo o estimulo ao hábito e o prazer da leitura, entendendo a importância da leitura para a construção do conhecimento da criança, pois muitos textos narrados podem ser encontrados em livros. A contação desperta o interesse pela história, pois o faz descobrir como esta pode ser saborosa, favorece o desenvolvimento intelectual da criança, as histórias também são formas de produzirem conhecimento, enriquece o vocabulário da criança, facilitando para que ela tenha liberdade de escrever e contar com suas palavras sua própria história e estimula a comunicação oral, pois depois de ouvir a história a criança pode (re) contá-la.”.


terça-feira, 27 de março de 2012

Bairro Educador Bangu contando histórias



A arte de contar histórias é uma prática milenar que teve início nos primórdios da humanidade por meio da tradição oral, sendo intensificadas na Grécia Antiga e no Império Árabe – por meio das histórias presentes na obra “As mil e uma noites”, contadas por Sherazade. Essa arte amplia o universo literário, desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação através da construção de imagens interiores. Narrar uma história será sempre um exercício de renovação da vida, isto é um encontro  com o imaginário, que também traz o desafio de construir um final a maneira de cada leitor/ouvinte.


Algo semelhante aconteceu na Escola Municipal Ayrton Senna da Silva no Bairro Educador Bangu, onde os alunos do primeiro turno conheceram um mundo de surpresas e muita imaginação, guiados pela contadora de histórias Thaiane Leal. Eles “viajaram até o fundo do mar” e descobriram a aventura de uma menina chamada Flor, onde sua história é contada através de uma canção da artista Bia Bedran. A contadora de histórias foi surpreendida com um coral de alunos que cantaram a canção da história.



Em 2011 o Bairro Educador em parceria com o Coletivo Peneira, que dentre outras atividades promoveu o espetáculo “Urucuia Grande Sertão” nos micro territórios de paz na Zona Oeste, foi apresentado à contadora de histórias Thaiane Leal que integra o Coletivo Peneira. A partir das demandas das escolas do BE Bangu e BE Jabour a contadora de história tornou-se voluntária.
No BE Bangu a solicitação partiu da diretora adjunta da Escola Municipal Ayrton Senna que é fã dos contos.  A escola possui no turno da tarde a oficina do projeto Mais Educação: “Os Tapetes contadores de história” e o Bairro Educador através desta atividade possibilitará o desenvolvimento da leitura de toda a unidade escolar.


A contação de histórias age na formação da criança em várias áreas. Contribui no desenvolvimento intelectual, pois desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação por meio da construção de imagens interiores e dos universos da realidade e da ficção, dos cenários, personagens e ações que são narradas em cada história.
As histórias também desenvolvem uma função de construção de conhecimento social da realidade junto a formação de valores e conceitos, pois embora seja ficção, o texto literário tem o poder de revelar a realidade social e até desmascarar suas mentiras, de forma que: “a ficção pode ser mais real que o que se quer real, e o real pode ser mais ficcional que o que se quer ficcional” (Roland Barthes).


Em uma sociedade tecnicista como a atual, contar e ouvir histórias é uma possibilidade libertária de aprendizagem e uma atividade de suma importância na construção do conhecimento e do desenvolvimento ético e significativo da criança enquanto ser humano.