A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Últimas atividades da Trilha Educativa Ilustres Mortais - desdobramentos


Na sexta feira, dia 21 de junho, realizamos a última atividade da Trilha Educativa Ilustres Mortais - a gravação para o Globo Educação. O trabalho representa a ação que reuniu as escolas que integram a rede municipal de educação do Caju, CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel.
 
 
A gravação para a emissora registrou a interação dos estudantes ao cemitério São Francisco Xavier. No percurso os estudantes relataram as histórias que mais chamaram atenção no cemitério, um exemplo foi a lenda da menina que morreu na escola, apesar do esclarecimento relacionado ao óbito e a criação da escola, os estudantes continuam acreditando na lenda.

 
Outro ponto a ser destacado, foi a participação das professoras Nágela Gonçalves e Cassiana Vidal, porque ambas aplicaram no campo santo o conteúdo pedagógico, ou seja, o desdobramento da aula passeio. Cabe aqui ressaltar a abordagem desenvolvida pela professora de português da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e a da professora da sala de leitura da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas a pesquisa bibliográfica dos artistas encontrados no Cemitério São Francisco Xavier.
 
 
O Bairro Educador agradece o investimento das escolas em garantir o desdobramento da atividade de apropriação do bairro, e principalmente na valorização do equipamento urbano caracterizado do bairro, o cemitério.
 
Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Feira de Profissões no Bairro Educador Caju


Foi realizada no Caju, no dia 12 de junho, a Feira de Profissões reunindo os estudantes de 9º ano das Escolas Marechal Mascarenhas de Moraes e Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel. Os parceiros UERJ, UFF, SENAI, Multiterminais, Estaleiro Paraguaçu, Petrobrás e Pontes para o Futuro são os responsáveis pelas oficinas, palestras e cadastramento de cursos gratuitos. E os gestores de Projetos: Hugo de Oliveira, Jéssica Tamara Andrande de Paula, Priscilla Babo e Victor Rocha dos Bairros Educadores, Catumbi, Jacaré, Mangueira, Santa Teresa, Santo Cristo e São Carlos e Gestora de Núcleo Kalina Lígia Cabral Honório também apoiaram a feira.


Assim, como no ano anterior, a Gol de Letra, a Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e a SOS sediaram a Feira das Profissões, redistribuindo os estudantes nas salas e no Solarium.

No turno da manhã os gestores de projetos organizaram os estudantes a participar das atividades que demonstravam interesse, as opções para escolha eram oficinas de Pintura de Parede, Palestra da Multiterminais, Mini curso de Publicidade Comunitária e Palestra de Fisioterapia. Em todas as salas observamos maior entrosamento e interação entre parceiros, estudantes e gestores de projetos. Cabe salientar que a oficina de pinturas de paredes do SENAI atraiu não somente estudantes, como responsáveis, uma funcionária da unidade escolar e parceiros.


Já à tarde os estudantes, já sensibilizados com a Feira das Profissões, se organizaram a partir das oficinas que tinham vontade de conhecer. Assim como no turno da manhã, as oficinas aconteceram de forma simultânea, e os parceiros foram Estaleiro Paraguaçu, Petrobrás, SENAI e Pontes para o Futuro. Além destas ações, o gestor de projetos Hugo de Oliveira aplicou o Jogo das Profissões.


A novidade este ano foi a presença dos STAND’s das empresas do bairro e do SENAI. O Estaleiro Enseada Paraguaçu e a Multiterminais explicaram aos estudantes no stand o Jovem Aprendiz, apresentou brevemente a empresa e as profissões atuantes. Já o SENAI realizou cadastramento nos cursos.

O objetivo era promover a integração com os estudantes das duas unidades escolares envolvidas, tais como integração aos responsáveis participantes.


Nossos agradecimentos aos Parceiros que promoveram a Feira de Profissões, as unidades escolares que sediaram e acolheram a proposta e aos nossos estudantes pela interação e envolvimento nas atividades.
Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Estudantes utilizam o cemitério como espaço educativo


Trabalhar a apropriação e valorização do bairro, por meio de visitas ao maior cemitério da América Latina, o Cemitério São Francisco Xavier, localizado no bairro do Caju e o primeiro da cidade do Rio de Janeiro, é uma das atividades pedagógicas propostas pela trilha educativa “Ilustres Mortais”, que envolve quatro unidades escolares integrantes do projeto Bairro Educador e teve sua culminância no último dia 11, na Vila Olímpica do Caju.


A culminância da trilha contou com a participação de estudantes, responsáveis, representante da 1ª CRE, corpo docente e parceiros do Bairro Educador, que potencializaram a ideia da trilha.


“Ilustres Mortais” tem como proposta resgatar a memória do Caju, por meio da visita dos estudantes a túmulos aonde foram enterrados personagens da história e cultura do Brasil. Além disso, a aula passeio integra o conteúdo curricular das disciplinas escolares, através da exploração do cemitério como um espaço turístico e educativo.  


A professora da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Cassiana Vidal, trabalhou com os estudantes a questão do turismo cemiterial, que é referência em países como França, Uruguai, Peru, Chile e Argentina, e que funciona como geração de renda para os moradores do entorno, que também fazem a restauração do equipamento urbano, o utilizando para estudos, pesquisas e lazer. Além de falar sobre a cultura do povo mexicano, que promove uma grande festa quando alguma pessoa tem uma morte natural.


“O Bairro Educador está sendo uma ponte de motivação e auxílio para a escola. O Projeto Político Pedagógico da unidade escolar trabalha a autoestima dos alunos, e a trilha os estimula a ter orgulho do bairro onde vivem”, disse Cassiana ao ressaltar a importância da trilha para a vida pessoal desses alunos.


A professora de história e especialista em pedagogia cemiterial, Kate Rigo, afirmou que o maior desafio deste trabalho é convencer o setor pedagógico de que o cemitério é uma escola a céu aberto, pois trabalha a matemática, os variados estilos da arte grega, por meio dos mausoléus, a geografia, ciências, filosofia e outras disciplinas em um espaço diferente.


“A ideia de utilizar o cemitério como um espaço de aprendizagem não é comum para a  sociedade brasileira. A iniciativa da trilha educativa é ótima, pois além de adquirirem mais conhecimento, os alunos começam a valorizar a própria vida”, concluiu Kate.

Apresentação de dança dos alunos

Lucas Lima, estudante do 6º ano do CIEP Henfil, nunca havia ido a um cemitério e através da visita pôde ampliar seu conhecimento com relação a história do bairro onde mora desde que nasceu.

“Tenho orgulho de morar no Caju, pois além de ter a Vila Olímpica, há várias pessoas famosas enterradas no cemitério”, ressaltou o estudante.


As atividades da trilha “Ilustres Mortais” foram articuladas com os estudantes das Escolas Municipais Marechal Mascarenhas de Moraes, Espiridião Rosa, Walter Carlos Magalhães Fraenkel e CIEP Henfil, todas integrantes do Bairro Educador Caju, desde março deste ano.

Por Ana Paula Santana


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Os primeiros impactos após visita ao cemitério


A atividade de visitação de estudantes, professores e parceiros ao Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, completou um mês no dia 1º de maio. A ação é uma proposta do Bairro Educador Caju, na perspectiva da consolidação do território como um espaço educativo.



O Bairro Educador, a partir de um planejamento e construção conjunta entre escola e parceiro, integrou os saberes curriculares e populares, contribuindo na formação dos estudantes. Durante a visita, os estudantes foram estimulados a exercitarem a leitura, cidadania e  pesquisação.



A participação do Parque de Material Eletrônica da Aeronáutica - PAME, Clínica Municipal de Saúde Fernando Braga Lopes e do Programa Mais Educação potencializaram a utilização do cemitério e permitiu uma ampliação da rede de parceiros do BE. Além de trabalhar os conteúdos pedagógicos, também foram ressaltadas a utilização do local para geração de renda, melhor aproveitamento dos moradores e restauração do cemitério.


A inserção da Aeronáutica viabilizou o transporte dos estudantes e, em contra partida, a gestora de projeto do BE Caju, Marcelly Pereira, responsabilizou-se em sensibilizar e levar os estudantes do Segundo Turno Cultural ao cemitério. O Segundo Turno Cultural é um curso preparatório para os estudantes da rede municipal de educação, que atende a 100 beneficiários, em sua  maioria alunos das unidades de ensino do próprio bairro (Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel).


Na próxima sexta feira, dia 10 de maio, será realizada a culminância da trilha educativa “Ilustres Mortais”. 



Por Marcelly Pereira

sexta-feira, 22 de março de 2013

Primeiros encontros da trilha educativa: Ilustres Mortais


Na primeira quinzena de março a gestora de projetos, Marcelly Pereira, iniciou a trilha Ilustres Mortais nas quatro unidades escolares que integram o BE Caju: CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel. Até o presente momento foram finalizados os dois primeiros encontros, que antecedem a visita ao cemitério.



Ao apresentar a proposta da trilha, os professores demonstraram entusiasmo e anteciparam para os estudantes que eles irão visitar o espaço cemiterial.  Os estudantes, no início, se espantaram com a proposta de visitar o cemitério, pois não enxergavam as potencialidades deste equipamento urbano. Após entenderem a proposta da visita, assistiram um vídeo de sensibilização com imagens antigas do bairro, mostrando as riquezas e o legado da nobreza no Caju. Todos foram questionados com relação ao equipamento urbano e o por que têm resistência em visitá-lo.



A atividade do segundo encontro foi pautada nas habilidades dos estudantes de 6º ano, na disciplina de geografia, que trabalha a relação do aluno com o bairro de origem. No primeiro momento a gestora de projeto explanou sobre o conceito de lugar e as suas diversas significações, utilizando as orientações de ações lúdicas do Educopédia. Na perspectiva de integrá-los à trilha, o encontro foi interativo, pois contou com a participação deles no simulador de vida, uma aula prática sobre o conceito de lugar, relacionado à sobrevivência do dia a dia e à vida social. Em seguida, os estudantes acessaram o google maps, onde foi apresentado o mapeamento do Bairro Educador e explicado cada ícone. A partir da interatividade dos participantes foram visualizados um varal e um resquício de praia (bastante poluída), mas com um píer abandonado.



Nesta semana foi finalizado o terceiro encontro da trilha, que tem como proposta mostrar os marcos históricos do bairro, com a construção da linha do tempo, tendo como ponto inicial a chegada da Família Real ao Brasil. Para garantir a atenção dos estudantes e potencializar a participação das professoras, será realizado um jogo de perguntas e respostas, com direito a ajuda dos professores, google e universitários.

A cada encontro os estudantes diminuem suas resistências e ampliam o conhecimento a respeito do tema. A geógrafa Nágela Golçaves, professora da Escola Marechal Mascarenhas de Moraes, sinalizou alguns trabalhos possíveis para serem elaborados ao longo do semestre. A diretora Maria Cristina Caramuru comentou que na Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas realizou um trabalho similar na década de 80, mas naquela época o bairro era outro, e acrescentou o roteiro da visita ao cemitério.

Na primeira semana de abril os estudantes irão visitar o cemitério. Será um momento de rupturas e de ressignificação, onde o cemitério será visto como um espaço educativo.
Por Marcelly Pereira


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Retorno às escolas do BE Caju


As aulas das escolas da rede municipal de ensino tiveram início na última semana de fevereiro, e o BE Caju fez um planejamento com o objetivo de aplicar atividades lúdicas que serão desenvolvidas com os estudantes no decorrer deste ano letivo. Para a realização das atividades, é fazer um traçado pedagógico realizado a partir do Projeto Político Pedagógico - PPP e o plano de trabalho dos professores. 

Os planos de trabalho estão em processo de amadurecimento, todos foram construídos a partir da demanda e do perfil da comunidade escolar. Apesar das especificidades, é necessário alinhar algumas ações entre as unidades de ensino, promovendo uma integração entre as escolas do bairro. Este ano duas atividades irão integrar as escolas, a trilha do "Eu" e "Ilustres Mortais". As escolas do Bairro Educador Caju são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


A trilha do “Eu” surgiu no ano passado, pois foi identificado de acordo com a opinião de estudantes de unidades escolares do entorno, que haviam diversos fatores que tornavam o CIEP Henfil um espaço negativo, devido também a sua localização. A trilha educativa do “Eu”, edição 2013, apresenta algumas características, tais como: a utilização do google maps para identificar a casa dos estudantes da educação infantil, mostrando os diversos núcleos que integram o Caju. 

Segundo a professora Rosangela Patriota (Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira) “as mães e as crianças entendem o Caju apenas como o centro do bairro, porém quando falamos de Parque São Sebastião, Chatuba, Parque Conquista e Manilha, fazemos referência também ao Caju”. Ao encontro da trilha que propõe uma ação de apropriação da cidade, a professora Tatiane Gregório sinalizou uma atividade muito interessante aos estudantes, que foi conhecer o Pão de Açúcar, já que o bondinho abriu inscrição para fazer uma visita ao local.


Os “Ilustres Mortais” é a trilha educativa que dialoga com algumas das ações estratégicas do Bairro Educador, no que tange a apropriação da cidade; realização de ações coletivas entre as Escolas do Amanhã e outras unidades escolares do mesmo Bairro Educador; realização de ações envolvendo Escolas do Amanhã e parceiros; fomento de parcerias com PSE (Programa Saúde na Escola) e PSF (Programa Saúde da Família). O objetivo da atividade é motivar a utilização do equipamento urbano enquanto um recurso pedagógico, que permite melhorar o aprendizado nas disciplinas de português, história, artes e geografia. As escolas que estão participando dessa atividade são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


O BE pretende realizar este ano a feira literária do Caju; formação do núcleo de comunicação do amanhã; PROCEI - Projeto CEI - Conhecer, Escolher E Investir: oficinas pedagógicas sobre projetos de vida com transição para o ensino médio e feira de profissões; participar das reuniões do Cartão Família Carioca; criar o núcleo de mães; e a revitalização e fortalecimento dos grêmios. O planejamento agrega as propostas da direção, coordenação pedagógica, professores e estudantes. 

Por Marcelly Pereira


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Feiras das Profissões integra Comunidade Escolar e parceiros


No dia 7 de dezembro, foi realizada na Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel, integrante do BE Caju, a I Feira das Profissões. A atividade é culminância da Trilha das Profissões, resultado de vários encontros com diversos parceiros e realização de atividades externas com objetivo de ampliar a visão dos estudantes acerca do mercado de trabalho e incentivá-los na continuidade dos estudos. O público alvo são estudantes do 9º ano e da turma ACELERA 3A.


Ao longo dos meses de trabalho, os estudantes convidaram determinados profissionais para participarem da culminância. O maior interesse dos estudantes era perceber o desdobramento da área cultural, consequência do debate com todos profissionais responsáveis pela produção do documentário “Mário e Fia”, na Escola SESC de Ensino Médio. Outro ponto a ser destacado refere-se ao interesse na área da saúde, com foco no curso de enfermagem. Aos alunos que desenvolveram o interesse, o gestor do Centro Municipal de Saúde Fernando A. Braga Lopes, Pablo Rodrigues Guedes viabilizou a visita ao espaço, para que pudessem conhecer a rotina de uma unidade de saúde.




Os parceiros responsáveis pelo enriquecimento da I Feira das Profissões foram: RECOFIA; SOS - Rotary Club; Centro Municipal de Saúde Fernando A. Braga Lopes, Coletivo Coca Cola Providência; SESC Santa Luzia; Samira Marques e UNICARIOCA. Estes parceiros desenvolveram, respectivamente: divulgação do curso com ênfase no período de inscrição; debate explicando a profissão; cadastro de estágio; peça de teatro Valdir e Valdirene com temática na DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e palestra; apresentação de dança afro contextualizando os passos com a história dos escravos e divulgação dos cursos existentes nas universidades de ensino superior.


Um dos aspectos a serem ressaltados na Feira das Profissões deve-se a integração dos estudantes, que mesmo de férias, sensibilizados com a proposta e comprometidos com a ação, chegaram cedo, ajudaram a organizar o espaço, receberam os parceiros, deslocaram-se a fim de comprar o lanche e tiveram total apropriação do processo educativo. A Feira não representou somente o projeto de educação direcionado aos estudantes, ampliou-se pois sensibilizou a comunidade a integrar a atividade.

Por Marcelly Pereira