A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Interação entre escolas facilita diálogo entre estudantes


Os estudantes da Escola Municipal Mário da Veiga Cabral, BE Bispo, receberam na sexta-feira, 19 de abril, os alunos voluntários e professoras monitoras do Colégio Cruzeiro para uma atividade integrada em homenagem ao Dia do Índio. Se reuniram aproximadamente 100 alunos das duas unidades escolares. Os núcleos de educação ambiental e de contação de histórias promoveram uma atividade de resgate da memória cultural indígena.



Enquanto o cenário foi montado, os estudantes das duas unidades escolares, aproveitaram para se conhecer, brincar e explorar o espaço. Três histórias temáticas, foram contadas e encenadas pelos estudantes do Colégio Cruzeiro e, ainda, uma canção sobre a importância do consumo responsável da água, foi cantada por todos os estudantes, em um coral. 


Finalizando a atividade, os estudantes foram caracterizados, com pinturas e cocar e formaram rodas para jogar peteca, uma brincadeira de origem indígena. A ação mobilizou todos os estudantes e professores da unidade escolar.


A visita foi planejada com as professoras monitoras do Colégio Cruzeiro e com a coordenação pedagógica da Escola Municipal Mário da Veiga Cabral. Esta é uma parceria que acontece na escola desde o ano passado, onde os estudantes do Colégio Cruzeiro promovem atividades educativas, com o auxilio de suas professoras. 

Por Ana Sarah Cardoso

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Aula-passeio contribui para apropriação do currículo de ciências


No dia 16 de agosto as turmas 1101 e 1303 da Escola Municipal Mário da Veiga Cabral, BE Bispo, fizeram uma aula-passeio na Ecobé (empresa de projetos pedagógicos de ciências, parceira do Bairro Educador desde março de 2011. Foi feita uma sensibilização com os estudantes para que eles entendessem a atividade como uma aula de Ciências fora da escola, criando assim, um diálogo com a proposta de Célestin Freinet, sobre as aulas-passeio. 




Os estudantes percorreram o caminho da vida, vendo toda a evolução dos animais, desde a época em que só viviam na água e até o momento em que foram buscar alimento na terra. Aprenderam a diferença entre artrópodes e anelídeos e desmistificaram algumas crenças sobre o sapo Cururu, como por exemplo, onde se encontra o veneno dele.

Através de uma lupa, foi possível observar os animais que vivem no solo, como a minhoca, e assim, entender um pouco mais a importância dos mesmos para o meio ambiente. Os estudantes viram o jacaré, e aprenderam um pouco sobre alimentação dele e sobre sua relação com o ambiente. Viram também os porquinhos da índia e a chinchila.



Depois que todo o circuito dos seres vivos foi visto, os estudantes lancharam e se dividiram, o 3º ano finalizou a confecção da horta suspensa, que havia se iniciado na escola, com a parceria da professora de Artes, do Agente Educador e da Coordenadora Pedagógica, e o 1º ano ficou no pátio alimentando os animais.

Outro parceiro que possibilitou a aula-passeio foi o Rio Ônibus, que disponibilizou o transporte, através de uma parceria direta com a escola. Os estudantes e as professoras voltaram para a escola satisfeitos com o que aprenderam.


O Bairro Educador acredita que a participação dos estudantes nessa atividade proporcionou uma nova experiência de aprendizado, ajudou a criar um olhar diferenciado por parte dos estudantes e dos professores, gerando assim apropriação do currículo de uma forma mais lúdica e prazerosa.

Por Sarah Cardoso

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Aula-passeio contribui com apropriação da cidade


No dia 09 de agosto, os estudantes das turmas 1301 e 1302 da Escola Municipal Mário da Veiga Cabral, unidade escolar integrante do BE Bispo, fizeram uma aula-passeio ao Museu Histórico Nacional, parceiro do BE desde março de 2012.


Durante o passeio os guias fizeram algumas observações com o objetivo de promover uma maior apropriação da cidade por parte dos alunos, onde os mesmos tinham que identificar lugares como: Central do Brasil, Centro Cultural do Banco do Brasil, Avenida Presidente Vargas, Morro da Providência (primeira favela do Rio de Janeiro),  Museu da Marinha e Sambódromo. 



Uma das exposições visitada foi a "Oreretama", que significa nossa terra em tupi. Essa exposição conta como a população indígena construiu moradia, utensílios, mitos, saberes e cultura no Brasil, antes da chegada dos europeus na passagem do século XV para o XVI. 

Em seguida, os estudantes visitaram a exposição "Do móvel ao automóvel - transitando pela história" que aborda o processo de evolução dos meios de transporte e como eles fazem parte da nossa história. A exposição conta a história que antigamente muitos senhores eram carregados em redes por seus escravos. Além disso, eles também conheceram os móveis de arruar, que ganharam este nome porque se tratavam de móveis domésticos utilizados também nas ruas. Os alunos também viram as berlindas, carruagens e traquitanas (meios antigos de transporte) e alguns carros da atualidade.



No final da exposição a unidade escolar recebeu um material didático para realizar desdobramentos da atividade em sala de aula com as turmas.

O Bairro Educador acredita que a participação dos estudantes nessa atividade proporcionou uma nova experiência de aprendizado, ajudou a criar um olhar diferenciado por parte dos estudantes e dos professores, gerando assim apropriação da cidade e contribuindo no processo de reconhecimento de própria nacionalidade.

terça-feira, 13 de março de 2012

Oficina de percussão auxilia o aprendizado dos estudantes

No dia 13 de março, os estudantes do 1º e 3º ano da Escola Municipal Mário de Veiga Cabral - Casa de Alfabetização, retomaram as atividades de percussão com o oficineiro Paulo Negueba, parceiro do Bairro Educador.
A turma de 1º ano, que terá oficinas às quintas-feiras, foi escolhida para ter um acompanhamento especial, pois se destacou no fim do ano passado, tocando um repertório de músicas para os pais, professores e direção.

Estudantes fazendo aquecimento

Em conversa com a Coordenação Pedagógica foi pensado a oficina para melhorar a concentração dos alunos do 3º ano, pois estes alunos têm dificuldades de alfabetização.
Durante as oficinas o oficineiro Paulo Negueba e a Gestora de Projetos Sarah Cardoso, incentivam o a concentração dos alunos, o momento de esperar os ''tios'' e os amigos falarem, a disciplina, o trabalho em equipe, além dos conhecimentos técnicos da percussão e a matemática, quando os alunos precisam contar as notas musicais e tocar os instrumentos ao mesmo tempo.



Estudantes ensaiando


Na primeira semana de atividade, os estudantes melhoraram o desempenho tanto no comportamento, como na aprendizagem. A oficina foi elogiada pelos estudantes e corpo docente da escola.


Por Sarah Cardoso

Oficina de percussão melhora o aprendizado

No dia 13 de março, os alunos do 1º e 3º ano da Escola Municipal Mário de Veiga Cabral - Casa de Alfabetização, pertencente ao BE Bispo, retomaram as atividades de percussão com o oficineiro Paulo Negueba. Os alunos já estavam empolgados no primeiro dia de aula de percussão.



A turma de 1º ano foi escolhida para ter um maior acompanhamento, pois estes alunos participaram das oficinas de percussão em 2011 e durante a apresentação que fizeram, foram bastante elogiados pelos responsáveis, diretores e professores da escola.



Os alunos do 3º ano possuem dificuldades com a alfabetização, por isso a coordenação pedagógica da escola decidiu implantar a oficina de percussão também para estes alunos, com o objetivo de melhorar a concentração destes.



Durante as oficinas, o oficineiro Paulo Negueba e a Gestora de Projetos Sarah Cardoso, incentivam a concentração dos alunos, o momento de esperar o outro acabar de falar para não interromper o diálogo, a disciplina, o trabalho em equipe, além dos conhecimentos técnicos da percussão, e a matemática, quando os alunos precisam contar as notas musicais e tocar os instrumentos ao mesmo tempo.




segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Percussão com o professor Negueba na Educação Infantil

A Matéria abaixo foi divulgada no blog da Escola Municipal Mário da Veiga Cabral (BE Bispo) e fala sobre o trabalho desenvolvido por Paulo Negueba, oficineirade percussão.


O trabalho rítmico busca, através de práticas lúdicas e desafiadoras, criar condições objetivas para que o aluno amplie seu universo sonoro, que estabeleça diversas relações entre som e movimento e que identifique os vários tipos de ritmos e os apreenda da melhor maneira que lhe convier, em função de suas necessidades. Desenvolver nos alunos a competência rítmica é ajudá-los a melhor apreender a percepção espaço-temporal e, consequentemente, a conhecer o seu mundo, o mundo dos objetos, o mundo dos outros e a realidade à qual pertence.
O professor de música Paulo Negueba,profissional que trabalha com Bairro Educador em várias escolas da rede, realiza uma proposta que muito enriquece nosso trabalho e contribui ativamente no desenvolvimento de nossos pequeninos da Educação Infantil.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

“O que é mesmo o folclore? ’’ No BE Bispo a criançada aprende se divertindo!

Na Escola Municipal Mário da Veiga Cabral, integrante do BE Bispo, as crianças puderam mostrar tudo o que sabem sobre o folclore na atividade ‘’O que é mesmo o folclore?’’, que aconteceu dia 21 e 22 de setembro. A atividade foi planejada para as turmas do 1º ao 3º ano e contou com a participação da Coordenadora Pedagógica e das professoras regentes. O objetivo da atividade se resume em resgatar a importância do folclore e reconhecer seu conceito e origem, o tema parte do Projeto Político Pedagógico da escola.



Durante a atividade os alunos responderam o que era o folclore, quais elementos do folclore existiam na comunidade onde moram, quais festas e músicas folclóricas eles conheciam, comidas típicas, brincadeiras e lendas. Depois da rodada de conversa e perguntas partimos para as brincadeiras. Divididos em meninos e meninas eles tiveram que montar em grupo um quebra cabeças do saci, (o que significa um estimulo à sociabilização, a convivência com perdas, a ajuda mutua) ler trava-línguas, responder o que é o que é e jogar na Trilha do Pé, onde para vencer, um representante de cada grupo tinha que responder perguntas sobre os personagens folclóricos. 



Por Sarah Cardoso, Gestora de Projeto do Bairro Educador Bispo

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Bairro Educador participa de Centro de Estudos no BE Bispo

Na última quinta-feira, dia 17 de agosto, o Bairro Educador esteve presente no Centro de Estudos da Escola Municipal Mário da Veiga Cabral para apresentar suas quatro tecnologias.


A Gestora de Projeto Sarah Cardoso apresentou como proposta de trabalho, a metodologia de Trilha Educativa, que por sua vez, não está dissociada das outras três que são: Articulação Local, Comunicação Comunitária e Arranjo Cultural.

Com recursos visuais, como power point e vídeos, dinamizamos a apresentação e exemplificamos as experiências vividas no BE Borel com a Trilha Educativa ‘’Sociedade, Ciências Naturais e Sociais”  que foram melhor descritas pelo Gestor de Projeto Local Thiago Sobral.

As professoras se mostraram muito receptivas com a proposta, fizeram sugestões, tiraram dúvidas, o que transparece boas expectativas de trabalho para este semestre. Gostaríamos de agradecer o espaço cedido pela Coordenadora Pedagógica, para esta apresentação, esta foi uma ideia bastante estratégica e as Professoras pela atenção e tempo disponibilizados.

Texto e fotos: Sarah Cardoso, Gestora de Projetos do Bairro Educador Bispo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A Peça ‘’O Futuro no meu Jardim’’ Leva consciência Ambiental às Escolas do Bairro Educador da Grande Tijuca.

A produtora A. Guimarães, com o patrocínio da CEG, do Governo Estadual e da Secretaria de Cultura, apresentam a peça ‘’O futuro no meu jardim’’, da Cia de Teatro Artesanal, que trata de uma maneira bem lúdica (com manuseio de bonecos) sobre desperdício de água, desmatamento, fontes limpas de energia, além de abordar algumas recomendações de segurança no uso de aquecedores a gás natural em residências.


A apresentação já passou pelo BE Bispo na Escola Municipal Mário da Veiga Cabral, onde contou com a participação de toda a escola (professoras, direção, coordenação pedagógica, funcionários e aproximadamente 100 alunos com a faixa etária entre 4 à 10 anos).


Passou também pelo BE Borel no CIEP Antoine Magarinos Torres Filho, onde teve seu maior público, contando com aproximadamente 650 crianças das seguintes escolas: Creche Municipal Raio de Sol, Escola Municipal Borel, CIEP e Escola Municipal Chácara do Céu.


No BE Macacos a apresentação foi feita no CIEP Salvador Allende com uma estimativa de 245 alunos e 20 professores e a participação das respectivas escolas: Escola Municipal Noel Rosa, Escola Municipal Mário de Andrade e Escola Municipal Assis Chateaubriand.


Já no BE Salgueiro o ‘’palco’’ de apresentação foi no CIEP Samuel Wainer com aproximadamente 180 crianças do segundo ao sexto ano do Ensino Fundamental. Os atores ficaram encantados com tamanha concentração das crianças.


A peça fala sobre Augusto, um menino que vivia desperdiçando água e gás sem se importar com o futuro do planeta, quando ele está no jardim da casa de sua avó, pensando em compor uma música nova e em fazer um trabalho da escola, e de repente Júlio chega do futuro, mais precisamente de 2040, maravilhado com a natureza abundante do presente, o que é bem diferente de sua época, e faz um alerta que vai transformar definitivamente a vida de Augusto.


Foi realmente um prazer ver todas essas 1175 crianças com os olhinhos vidrados no Augusto e em sua avó, no Júlio e no Romeu, nas dicas de segurança com o aquecedor a gás, enfim em todos os movimentos realizados pelos bonecos. As risadas foram satisfatórias!


O Rap das Energias

Efeito estufa! Tufa!
Não é um vilão! Não!
Os homens que poluem!
Esses sim!
Aumentam o lixo, muito, muito!
Aquecem tudo, tudo, tudo!

Mas nós podemos evitar.
Mas nós podemos evitar!!!

O lixo! Reciclar!
As matas! Preservar!

Energia elétrica! Economizar!

E

Outras fontes de energia!
Pesquisar!

O gás! É natural.

Se liga mano, mas que legal!

Yeah! Yeah! Yeah! Yeah! Yeah!

Vamos se ligar, Vamos se ligar!

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Alunos da Escola Municipal Mario da Veiga Cabral praticam o Letramento Matemático

Na ultima quinta-feira, a voluntária Vanessa se dispôs a ir à escola trabalhar o conteúdo matemático no 3° ano da EM Mario da Veiga Cabral (BE Bispo). O intuito dessa atividade é trabalhar o letramento matemático com alguns alunos que estão demandando um tempo maior para assimilação do conteúdo escolar matemático.



Sabemos que cada aluno tem seu tempo de aprendizado, sendo assim para contribuir para a assimilação dos conteúdos matemáticos, sem atrasarmos o cronograma escola, vimos necessidade em atuar de forma diferenciada, contando com a solidariedade da professora Vanessa, que se dispôs a estar junto conosco nesse desafio.

As crianças participaram ativamente da atividade, demonstrando grande interesse em aprender e ampliar seus conhecimentos. Essa atividade se realizada de forma continua reforçando o caráter pedagógico do Bairro Educador em buscar parcerias e atividades que estejam linkadas com as demandas reais das escolas.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Bairro Educador Salgueiro e Bispo no ritmo da percussão

O ritmista Paulo Negueba, parceiro do Bairro Educador, vem realizando oficinas de Percussão na Escola Municipal Mario da Veiga Cabral e CIEP Samuel Wainer. Podemos ver o interesse das crianças pela questão musical e, por meio dos diversos ritmos possíveis, vários temas são abordados.
Com as crianças mais novas foram utilizadas técnicas que ampliam a noção de ritmo, lateralidade e ainda aprendem a contar de uma forma lúdica.

Trabalhando com a abordagem musical reforçamos a idéia de aprender de forma lúdica, demonstrando que o processo de aprendizagem não necessariamente precisa ser chato e maçante. 
Também há a proposta de se trabalhar com material alternativo, construindo instrumentos musicais com material de sucata, trabalhando também a questão do consumo responsável, mais uma vez articulando com o desenvolvimento dos valores de responsabilidade social, para que os alunos já possam desde crianças ainda, pensar de forma critica sua intervenção na sociedade.