A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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quinta-feira, 6 de junho de 2013

A importância da orientação vocacional


Cerca de 80 alunos das Escolas Municipais Marechal Estevão Leitão de Carvalho, Eurico Salles (Bairro Educador Engenho da Rainha), Escultor Leão Velloso e Alberto José Sampaio (Bairro Educador Pavuna), participaram, no dia 06 de junho, de um encontro sobre orientação profissional, promovido pelos parceiros do Bairro Educador, MetrôRio e da Universidade Estácio de Sá (UNESA), na sede da empresa de transporte metroviário, no Centro da cidade.


O objetivo da atividade foi o de levar aos alunos do 9° ano do Ensino Fundamental diversas informações sobre a importância dos estudos para a vida profissional. Cláudio Calazans, psicólogo da UNESA, realizou algumas atividades interativas com os alunos, com o intuito de facilitar o diálogo e estimular a participação ativa na ação.


Dentre as atividades propostas, Calazans conduziu uma dinâmica onde duplas deveriam adivinhar, pela convivência com os amigos, qualidades e virtudes, chamando a atenção para a necessidade do autoconhecimento e também da percepção da imagem que passamos para os outros, o que é fundamental, por exemplo, em uma entrevista de emprego. Os estudantes puderam, também, assistir a vídeos interativos sobre como se comportar perante uma entrevista de estágio e atitudes que não são aceitáveis no ambiente profissional.


Em outro momento, os participantes foram convidados a pensar aspectos pessoais em suas trajetórias de vida, destacando os momentos mais significativos. A ação foi importante, pois através de esclarecimentos e motivações foi possível tirar dúvidas dos alunos, e de forma ainda incipiente, contribuir para com suas futuras investidas no mercado de trabalho.

O Projeto Bairro Educador agradece ao Setor de Responsabilidade Social do MetrôRio, em particular Mariana Lenzi e ao psicólogo José Claudio Calazans, da Estácio, por esta oportunidade.
Por Ana Paula Araujo e Deborah Sobrino

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Alunos grafitam o muro da Estação do metrô de Acari

Um grupo de oito estudantes da Escola Municipal Eurico Salles participou das oficinas de grafite, articuladas pelo MetroRio, Sesc de Madureira e Bairro Educador Engenho da Rainha. No dia 23, eles grafitaram o muro da estação de Acari, com o auxílio das grafiteiras da organização Redenami, rede feminista que usa as artes urbanas para promover o direito das mulheres.

Equipe de grafiteiras da Redenami

Os grafiteiros Airá Iluaiê de Almeida (O Crespo), Ricardo Rilo (Coé) e Rafael Araújo (Fael), ao longo dos meses de agosto a outubro realizaram quatro oficinas de grafite envolvendo os estudantes das escolas da rede pública localizadas próximas a linha 2 do MetrôRio. Estes estudantes participarão da Copa Grafite, concurso cultural que seleciona equipes de grafiteiros cariocas que irão pintar os muros do entorno de 15 estações da Linha 2 do metrô. A ideia é mostrar por meio da pintura a história de cada bairro das estações selecionadas, retratando personagens locais, características ou fatos marcantes de cada uma das regiões.

Durante a pintura do muro da estação de Acari, as grafiteiras da Redenami, ensinaram os estudantes a fazer o recorte dos moldes dos desenhos feitos em cartolina para pudessem grafitar o muro e, além disso, eles colocaram em prática os conceitos e técnicas do grafite aprendidos durante as oficinas.

Grafiteira ensinando as técnicas do grafite para estudante

De acordo com professora de artes visuais, Elizabete Nunes, o Bairro Educador, através da articulação para a realização da oficina, ampliou o conhecimento dos estudantes para além dos muros da escola, proporcionando também uma série de mudanças no comportamento deles durante suas aulas.

Professora Elizabete Nunes e estudantes da Escola Municipal Eurico Salles

“O Bairro Educador nos apoiou muito, pois percebeu que a escola estava precisando deste tipo de atividade. O comportamento disciplinar de muitos alunos melhorou, eles amadureceram, têm uma nova postura e posicionamento com relação às opiniões, estão mais confiantes e se sentem valorizados, pois este tipo de trabalho mexe com a autoestima”.

A oficina de grafite tem como objetivo valorizar a identidade cultural das comunidades e estimular a preservação do patrimônio público, quebrando o paradigma de que grafite é semelhante a pichação.

Para Viviane Barros, analista de Responsabilidade Social do MetrôRio, a participação dos estudantes nessa atividade faz com que eles passem a valorizar mais a comunidade em que vivem.

Viviane Barros em entrevista ao TV Futura


“É importante que o grafite, entre nas escolas, pois esta é uma forma dos estudantes expressarem seus sentimentos, desejos e aprendizado. A participação dos alunos é incrível, eles se envolvem com a arte e a gente consegue perceber as mudanças que essa aproximação é capaz de causar”.


A estudante do 7º ano Driele Marcele Barros, de 14 anos, disse ser apaixonada por desenhar, pois é através do desenho que ela consegue expressar suas emoções.



“Me interessei pela oficina porque gosto muito de desenhar. Sempre me interessei por arte e através dessa oficina consegui melhorar meus desenhos, por exemplo quando aprendi as técnicas utilizadas para fazer uma sombra”.

Gestoras de projetos do BE em entrevista ao TV Futura


A equipe do canal TV Futura esteve presente na ação e entrevistou alguns estudantes, além das gestoras de projeto do Bairro Educador, Márcia Fernandes e Débora Sobrino, que em entrevista explicaram o que era o projeto e os seus objetivos com relação à educação. 

Por Ana Paula Santana

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Oficina de grafite resgata e valoriza criatividade dos estudantes

Os grafiteiros Airá Iluaiê de Almeida (O Crespo), Ricardo Rilo (Coé) e Rafael Araujo (Fael), realizaram na quinta feira, dia 13, a 2ª edição da oficina de grafite para os estudantes do 6º ao 9º ano da Escola Municipal Eurico Sales, unidade escolar integrante do Bairro Educador Engenho da Rainha. A ação que é fruto de uma parceria entre o MetrôRio, Sesc de Madureira e o BE visa resgatar os valores da arte urbana, através do grafite, forma de expressão artística que faz parte da realidade local da maioria destes jovens.

O MetrôRio, com o objetivo de coibir as pichações e  estimular o grafite como arte urbana que mais cresce na cidade, lançou na quarta feira, dia 12 de setembro, a Copa Grafite, concurso cultural que selecionou equipes de grafiteiros cariocas que irão pintar os muros do entorno de 15 estações da Linha 2 do metrô e que a partir da pintura será contada a história de cada bairro das estações selecionadas. 

O Crespo explicando para os estudantes a origem do grafite

De acordo com Eliza Santos, gerente de marketing e comunicação do MetroRio, a parceria com o Bairro Educador, proporcionou que os grafiteiros realizassem quatro oficinas nas escolas da rede pública de ensino. No decorrer da ação os estudantes participantes das oficinas poderão se inscrever para participarem da Copa Grafite. Eliza ressaltou a importância da ação dentro das escolas.

“A oficina faz com que os alunos percebam a diferença entre pichação e grafite. O grafite conta a história da arte de rua e destaca as manifestações artísticas que decorrem o espaço urbano”, ressaltou Eliza.


Eliza Santos (blusa preta) e estudantes mostrando o resultado das oficinas de grafite

Durante a oficina os estudantes aprenderam algumas técnicas utilizadas na construção de letras artísticas e fizeram um exercício, onde cada um escolheu seu próprio apelido, ou uma palavra que se relacionasse com a escola e reproduziram as letras no estilo grafite. A escola passou por um concurso no qual todos os estudantes, através de uma votação, selecionaram desenhos de 34 alunos, que a partir dessa seleção foram escolhidos para participarem das oficinas de grafite.

Grafiteiro Fael ensinando os estudantes algumas técnicas do grafite

A diretora Luciana da Costa explicou que pelo fato de os estudantes terem o hábito de pichar os muros da escola, a oficina serviu de exemplo para que eles se conscientizassem que aquela atitude era ilegal e que a criatividade deles pode ser explorada de forma positiva, contribuindo para melhorar a qualidade do espaço escolar.

Diretora Luciana Costa e diretora adjunta Ana Maria Jacó

“A proposta do BE é agregar valores e conhecimentos, e através disso trazer atividades que dialoguem com as necessidades da escola. A oficina trabalhou a criatividade destes estudantes, revertendo isso para o bem, pois antes eles eram reprimidos por picharem os muros da escola, hoje eles são valorizados por pintarem os muros de forma artística presente na cultura do grafite”, afirmou a diretora.

Grafiteiro há oito anos, Ricardo Rilo, conhecido artisticamente como Coé, destacou que a linguagem direta do grafite se comunica muito bem com os estudantes, pois é uma arte que desempenha a função de resgatar e valorizar a comunidade local em que eles vivem.

Grafiteiro Coé e estudantes mostrando seus grafites

“A oficina de grafite aumenta a autoestima dos estudantes, os incentivando a superarem seus próprios limites”, disse o grafiteiro.

No término das oficinas, os estudantes com o auxílio dos artistas grafitam os muros da escola com palavras, escolhidas pelos mesmos, que mais se identificam com a relação entre a escola e a comunidade. Apaixonada por desenhar a estudante do 7º ano, Diana Almeida, comentou que a oficina a ajudou a aperfeiçoar seus desenhos.


“Além de aprender a melhorar os traços dos meus desenhos, me conscientizei de que há uma grande diferença entre pichação e grafite e aprendi toda a história da cultura urbana. Adorei tudo!”,  disse a estudante.

A professora de artes visuais, Elizabete Nunes, ressaltou que a partir da oficina, os estudantes começaram a dar uma maior importância à arte, e essa iniciativa contribuiu para melhorar o comportamento deles em sala de aula.


“Quando os alunos fazem algum desenho, eles adquirem uma postura mais artística. A oficina faz com que eles se interessem mais sobre a história da arte, alcançando assim um maior conhecimento e com isso as aulas ficam mais interessantes”, destacou Elizabete.

A pintura dos muros da Copa Grafite será realizada entre os dias 21 e 31 de outubro, e em novembro um júri especializado irá escolher o melhor grafite.

A equipe da TV Bandeirantes filmou e entrevistou dois estudantes da unidade escolar que participaram da oficina, mas a emissora ainda não divulgou a data em que a matéria irá para o ar.

Por Ana Paula Santana


segunda-feira, 27 de junho de 2011

I Feira de Profissões na E.M. Eurico Salles – A Feira de Múltiplos talentos!

É com orgulho que registramos o sucesso da I Feira de Profissões realizada em 16 de Junho na Escola Municipal Eurico Salles. Idealizado pela Professora de História, Fernanda Correa e pelo Bairro Educador, a Feira foi pensada para atender estudantes do 8º e 9º ano do ensino fundamental num momento importante de suas vidas quando algumas perspectivas profissionais começam a ser elaboradas.

Cerca de 250 estudantes passaram na Feira de Profissões e tiveram a oportunidade de conhecerem e tirarem dúvidas sobre carreiras, salários, requisitos e competências esperadas com um time diversificado de profissionais de empresas, instituições e também alguns autônomos (inclusive alguns ex-alunos da Escola Municipal Eurico Salles). Assim, profissional da área elétrica, engenheiro, técnico em segurança do trabalho, enfermeiro, dentista, profissional da moda, estética e beleza, mecânico, artista, advogado, assistente social, economista e profissional da área dos esportes ajudaram a responder as questões dos estudantes. Aliás, é importante destacar que todas as profissões presentes na Feira foram escolhidas pelos próprios estudantes.
Além das profissões acima, a Feira contou também com o apoio do SENAI que levou material sobre cursos para os estudantes. Havia também um stand montado pela Equipe do Bairro Educador que possibilitava que os estudantes respondessem a perguntas online, e ao término destas, era sugerido um perfil profissional.




A circulação dos estudantes pela Feira era livre, o que dava a cada estudante a possibilidade de conhecer quais e quantas profissões quisesse. Mesmo assim, foi indicado a eles que buscassem conhecer o máximo de profissões disponíveis mesmo que não tivessem interesse pessoal imediato.

“Se você perguntar para os alunos o que você quer ser, 85% deles vão dizer ‘hã... não sei...’. Eu acho que todo mundo tem que ter uma opção de vida, você tem que saber o que você quer, não é só pegar qualquer profissão que te dê dinheiro.”
(Estudante Bruno, 9º ano).
Mesmo a Feira sendo projetada para turmas de 8º e 9º ano, a circulação, dinâmica e proposta deu tão certo que a escola optou por levar turmas de projetos para participar do evento, dando a oportunidade para que eles pudessem começar a se apropriar também do tema.
Os estudantes fizeram diversas perguntas aos profissionais, dentre elas destacamos: “Como esses profissionais definiram a profissão escolhida, quais habilidades foram e são necessárias para o desempenho da profissão, principais dificuldades encontradas, quanto ganha o profissional”.  Ainda foi pedido aos profissionais que falassem da importância de determinadas pessoas e da escola em suas trajetórias profissionais.



Os profissionais convidados levaram seus materiais de trabalho, apresentaram vídeos, falaram das profissões, de seus campos de trabalho. Todos eles se comprometeram com a atividade e se mostraram muito comprometidos; muitos deles já querem voltar à escola e levar os estudantes a seus lugares de trabalho, além de terem dado várias dicas pessoais aos estudantes interessados nas referidas profissões.
Mas não foi somente os estudantes e profissionais que gostaram. Sandra Martorelli, representante da 3a Coordenadoria Regional de Educação) disse, referindo-se a Feira que:

 “O trabalho está sendo proveitoso para a escola, é uma necessidade principalmente da adolescência que está saindo do ensino fundamental e que está querendo buscar uma profissão. Pelo que estou vendo, está dando certo. É muito importante, gostei do projeto, poderia estender a outras escolas. Eu estou vendo o interesse dos alunos por esse trabalho. Vocês estão de parabéns!”
(Sandra Martorelli – 3ª CRE).


Um aspecto importante a ressaltar é que a I Feira das Profissões faz parte de um projeto educativo maior, denominado pelo Bairro Educador de Trilha Educativa e cujo título é Trilhas Profissionais. Essa Trilha Profissional é composta por quatro momentos, a saber: (1) a aplicação do Programa “As Vantagens de Permanecer na Escola”, em parceria com a Junior Achievement do Rio de Janeiro e que contou com a parceria de voluntários do Metrô Rio, (2) a sensibilização de estudantes (indicado pela professora de artes Elizabete Nunes) para o olhar fotográfico e para a reportagem; estes adolescentes receberam uma capacitação do Bairro Educador em comunicação para cobrir a Feira de Profissões, tirando fotos e entrevistando os participantes da Feira. Esse trabalho terá continuidade com oficinas de fotografia e mídias virtuais, estimulando o conhecimento de outros ramos profissionais; (3) a própria Feira das profissões, aqui relatada e (4) a posterior ida de estudantes a empresas, instituições e profissionais autônomos, aprofundando as questões levantadas na Feira das Profissões e permitindo aos adolescentes conhecerem determinados ambientes de trabalho. Todas essas quatro etapas, para além do conhecimento das profissões, pretendem apontar um caminho educativo entre a sala de aula e todas essas potencialidades educativas anteriormente descritas, proporcionando aos estudantes uma forma diferente de aprender, trabalhando a escrita, a observação, a escuta, o desenvolvimento das habilidades artísticas, bem como elementos de cidadania, trabalho em equipe e que somados, fortalecem ainda mais todo o conteúdo pedagógico e a proposta da Escola.



Por fim, a Equipe do Bairro Educador quer agradecer o apoio da Professora de História Fernanda Correa que está desenvolvendo o trabalho sobre profissões em sala de aula com os estudantes; o apoio da direção, demais professores e profissionais da Escola Municipal Eurico Salles e à Comlurb que criaram as condições para que a Feira fosse realizada.


Agradecimentos especiais também a Sandra Martorelli da 3a CRE pelo apoio e ao setor de comunicação e de administração do Bairro Educador, por todo o apoio dispensado.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Os Reis e Rainhas de um engenho feito de educação e futuro

Uma das questões que parece mais angustiar os adolescentes e jovens refere-se às futuras possibilidades de estudo e de carreira profissional: “O que eu quero ser?” “Será que vale à pena continuar estudando?”, “No futuro, quais as possibilidades que tenho de estar trabalhando e não ficar desempregado ou ficar em um trabalho ruim?”, “Vale à pena fazer uma faculdade?”, “E o ensino técnico?”, “Como compensar a falta de experiência profissional quando se é jovem?”.


Para o Bairro Educador, o desenvolvimento de estratégias próprias e de apoio à escola para que essa se torne um espaço de interesse para os estudos e para a vida dos estudantes, dos responsáveis e de toda a comunidade é um aspecto central do trabalho planejado e realizado. “É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, diz um provérbio moçambicano. Esse pensamento é uma das idéias-força do Bairro Educador e é através dessa idéia que o Projeto Trilhas Profissionais foi pensado.


Trilhas Profissionais é um projeto construído coletivamente por professores da Escola Municipal Eurico Salles, principalmente a Professora Fernanda Correa da disciplina de História, no bairro de Engenho da Rainha, em conjunto com o Bairro Educador. A proposta do projeto trilhas profissionais é propiciar aos estudantes da escola, mas especialmente aos do oitavo e nono ano, a partir da última semana de maio até outubro, uma série de encontros, atividades e momentos de reflexão sobre projetos de vida e trabalho. A idéia surgiu a partir de uma aula da Professora Fernanda Correa da disciplina de história onde a mesma estava trabalhando com estudantes a diferença de trabalho formal e trabalho informal e durante a aula chamou sua atenção as poucas perspectivas de estudo dos estudantes e das muitas dúvidas que eles tinham. 
 

Assim surgiu a trilha educativa “Trilhas Profissionais”, na 1ª etapa do projeto a professora trabalhou com os estudantes sobre projetos de vida e abordou o tema das profissões, perguntando aos estudantes quais profissões eles gostariam de seguir e quais profissões gostariam de saber um pouco mais. A partir das profissões apontadas pelos estudantes começamos a buscar os profissionais para a proposta da Feira de Profissões, enquanto isso o tema continuou sendo trabalhado em sala de aula por professores.


A 2ª etapa da trilha foi realizada no dia 26/05 com as turmas de 9º ano, aplicando o programa “As vantagens de permanecer na escola" uma parceria do Bairro Educador e Junior Archievement. Para estimular, de forma lúdica, a percepção da importância da escola e dos estudos para as perspectivas de vida.


O programa é dividido em cinco momentos onde cada momento trabalha alguns conceitos importantes com os estudantes. Importante ressaltar que a aplicação do jogo foi feita pela gestora de projeto Débora Targino e as Funcionárias – voluntárias do MetrôRio Raquel Manso, Natasha Costa, Renata Damasio que receberam a capacitação para aplicar o programa e apoio dos professores que estariam em aula no dia 26/05, quinta -feira.


O programa é dividido em etapas. Cada etapa trabalha alguns conceitos como: projeção para futuro em relação à escolaridade, relação grau de instrução e salário, confecção do próprio orçamento (uma das partes que os estudantes mais se gostam de fazer) e finalizam a atividade fazendo uma discussão da importância dos estudos, das vantagens e desvantagens de permanecer estudando. Ao final da atividade os estudantes percebem que a educação é o melhor caminho para conseguir alcançar seus êxitos pessoais.
A equipe do Bairro Educador agradece à Direção da E. M. Eurico Salles, aos professores que apoiaram a atividade, as voluntárias do metrô e à Jr. Achievement, pela parceria que permitiu que esta atividade fosse realizada.


Pelas razões expostas, uma das questões mais importantes desse projeto é trabalhar a idéia e o valor que a educação pode conferir para ampliar os repertórios e as possibilidades para a vida. Assim, na perspectiva de ampliar as possibilidades de trabalhar educação integral e pensando a trilha educativa “Trilhas Profissionais” foi proporcionado a oito estudantes de 8º e 9º ano uma oficina de comunicação aonde foram trabalhados conceitos de fotografia, a importância da escrita no trabalho de comunicação, além de estimular os estudantes a trabalharem em equipe. A proposta da oficina foi de formar a equipe de comunicação que faria a cobertura da feira, no dia seguinte.


A oficina foi ministrada pela Gestora de Projetos de Comunicação do Bairro Educador, Danielle Ribeiro. Os estudantes puderam passar manhã e tarde envoltos em uma atmosfera artística e profissional, voltada para o universo da fotografia, onde manipularam diversas câmeras e inúmeros livros e revistas onde abordam a imagem como veículo jornalístico e/ou conceitual. 


A surpresa da conversa veio nos depoimentos desta equipe que estava se formando: Michelle Yasmin, Amadeu, Thiago, Jessica, Bruno, Ana Amélia, Diogo e Thaís tinham o contato com a fotografia apenas quando suas imagens eram vinculadas a alguma rede social, ou quando utilizam programas de edição de imagem para “retirar alguma marca do rosto”. “mudar o fundo da imagem”, “deixar uma parte preta e outra colorida” ou até mesmo “embaçar alguém que saiu atrás da foto”. Todas essas frases, contadas com entusiasmo pelos novos comunicadores.


Durante a conversa, os estudantes entenderam as aplicações de imagem em diferentes veículos, jornal, livros, revistas, e suas interpretações. Entenderam o bom e o mau uso de uma fotografia e a importância de fazer valer a verdade na informação. Tudo isso em uma conversa dinâmica e muito bem humorada. Apesar de alguns já terem uma profissão pré-escolhida, Bruno quer ser biólogo e Jessica quer ser fuzileiro naval, a moçada vestiu as profissões de fotógrafo e jornalista.


Depois da equipe formada, todos se prepararam para o dia seguinte, um dia cheio de surpresas e primeiros passos para a escolha de um futuro profissional. Que venham bons futuros, sempre!


quarta-feira, 27 de abril de 2011

E.M. Eurico Salles (B.E. Engenho da Rainha) visita a Estação Guandu – CEDAE como parte da Trilha Educativa “Circuito da água”.

No dia 27/04 dando continuidade à trilha “Circuito da Água” com as turmas de 7º ano foi realizada a Visita a Estação Guandu – CEDAE. Os estudantes estavam bastante ansiosos com a visita, porque puderam aprender fora do espaço escolar, o que é uma novidade e além disso, no decorrer das atividades da Trilha “Circuito da água” muitas dúvidas surgiram referentes à origem da nossa água. Na visita os estudantes puderam conhecer um pouco da estrutura da CEDAE, apresentada pelos monitores. Os estudantes ficaram bem surpresos ao descobrir que a CEDAE é a maior estação de tratamento do mundo.


Foram explicadas as etapas do tratamento da água: a água que chega à estação vem barrenta e turva, sai pura e cristalina após passar por várias etapas como a tranquilização, floculação, decantação, filtração, clarificação, desinfecção com cloro e finalmente a fluoretação. Os monitores expuseram bem a metodologia  do trabalho e explicaram as fases do tratamento de forma que os estudantes pudessem compreender, utilizando dinâmicas e perguntas relacionadas ao dia-a dia deles.


No 2º momento da visita os estudantes foram conhecer a horta, para entender que o tratamento da água passa pelo cuidado com o meio ambiente, o cuidado com a natureza.


Os funcionários da CEDAE são bem cuidadosos com as plantas, que são preparadas para retornar à natureza.


Chegando ao momento mais esperado da visita, os estudantes foram para o mirante aonde puderam visualizar um pouco da extensão da Estação Guandu.
O mais interessante é que ao chegar ao mirante os estudantes conseguiram identificar as etapas do tratamento da água apenas olhando a estação.






A visita foi marcada por muita curiosidade, interação e alegria. Os estudantes aproveitaram todas as etapas da visita, da saída da escola, cantoria no ônibus, fechando com chave de ouro a visita ao Mirante, onde eles puderam conhecer, tirar dúvidas, visualizar o que até então só conheciam no papel através de livros, além de tirar fotos.




Mais uma etapa cumprida com sucesso! Agradecimento especial aos estudantes, que representaram muito bem a escola. Que fôlego tem essa trilha, vamos aguardar a próxima etapa, finalizando com um belo trabalho dos estudantes e professores.