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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Últimas atividades da Trilha Educativa Ilustres Mortais - desdobramentos


Na sexta feira, dia 21 de junho, realizamos a última atividade da Trilha Educativa Ilustres Mortais - a gravação para o Globo Educação. O trabalho representa a ação que reuniu as escolas que integram a rede municipal de educação do Caju, CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel.
 
 
A gravação para a emissora registrou a interação dos estudantes ao cemitério São Francisco Xavier. No percurso os estudantes relataram as histórias que mais chamaram atenção no cemitério, um exemplo foi a lenda da menina que morreu na escola, apesar do esclarecimento relacionado ao óbito e a criação da escola, os estudantes continuam acreditando na lenda.

 
Outro ponto a ser destacado, foi a participação das professoras Nágela Gonçalves e Cassiana Vidal, porque ambas aplicaram no campo santo o conteúdo pedagógico, ou seja, o desdobramento da aula passeio. Cabe aqui ressaltar a abordagem desenvolvida pela professora de português da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e a da professora da sala de leitura da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas a pesquisa bibliográfica dos artistas encontrados no Cemitério São Francisco Xavier.
 
 
O Bairro Educador agradece o investimento das escolas em garantir o desdobramento da atividade de apropriação do bairro, e principalmente na valorização do equipamento urbano caracterizado do bairro, o cemitério.
 
Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Feira de Profissões no Bairro Educador Caju


Foi realizada no Caju, no dia 12 de junho, a Feira de Profissões reunindo os estudantes de 9º ano das Escolas Marechal Mascarenhas de Moraes e Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel. Os parceiros UERJ, UFF, SENAI, Multiterminais, Estaleiro Paraguaçu, Petrobrás e Pontes para o Futuro são os responsáveis pelas oficinas, palestras e cadastramento de cursos gratuitos. E os gestores de Projetos: Hugo de Oliveira, Jéssica Tamara Andrande de Paula, Priscilla Babo e Victor Rocha dos Bairros Educadores, Catumbi, Jacaré, Mangueira, Santa Teresa, Santo Cristo e São Carlos e Gestora de Núcleo Kalina Lígia Cabral Honório também apoiaram a feira.


Assim, como no ano anterior, a Gol de Letra, a Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e a SOS sediaram a Feira das Profissões, redistribuindo os estudantes nas salas e no Solarium.

No turno da manhã os gestores de projetos organizaram os estudantes a participar das atividades que demonstravam interesse, as opções para escolha eram oficinas de Pintura de Parede, Palestra da Multiterminais, Mini curso de Publicidade Comunitária e Palestra de Fisioterapia. Em todas as salas observamos maior entrosamento e interação entre parceiros, estudantes e gestores de projetos. Cabe salientar que a oficina de pinturas de paredes do SENAI atraiu não somente estudantes, como responsáveis, uma funcionária da unidade escolar e parceiros.


Já à tarde os estudantes, já sensibilizados com a Feira das Profissões, se organizaram a partir das oficinas que tinham vontade de conhecer. Assim como no turno da manhã, as oficinas aconteceram de forma simultânea, e os parceiros foram Estaleiro Paraguaçu, Petrobrás, SENAI e Pontes para o Futuro. Além destas ações, o gestor de projetos Hugo de Oliveira aplicou o Jogo das Profissões.


A novidade este ano foi a presença dos STAND’s das empresas do bairro e do SENAI. O Estaleiro Enseada Paraguaçu e a Multiterminais explicaram aos estudantes no stand o Jovem Aprendiz, apresentou brevemente a empresa e as profissões atuantes. Já o SENAI realizou cadastramento nos cursos.

O objetivo era promover a integração com os estudantes das duas unidades escolares envolvidas, tais como integração aos responsáveis participantes.


Nossos agradecimentos aos Parceiros que promoveram a Feira de Profissões, as unidades escolares que sediaram e acolheram a proposta e aos nossos estudantes pela interação e envolvimento nas atividades.
Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Estudantes utilizam o cemitério como espaço educativo


Trabalhar a apropriação e valorização do bairro, por meio de visitas ao maior cemitério da América Latina, o Cemitério São Francisco Xavier, localizado no bairro do Caju e o primeiro da cidade do Rio de Janeiro, é uma das atividades pedagógicas propostas pela trilha educativa “Ilustres Mortais”, que envolve quatro unidades escolares integrantes do projeto Bairro Educador e teve sua culminância no último dia 11, na Vila Olímpica do Caju.


A culminância da trilha contou com a participação de estudantes, responsáveis, representante da 1ª CRE, corpo docente e parceiros do Bairro Educador, que potencializaram a ideia da trilha.


“Ilustres Mortais” tem como proposta resgatar a memória do Caju, por meio da visita dos estudantes a túmulos aonde foram enterrados personagens da história e cultura do Brasil. Além disso, a aula passeio integra o conteúdo curricular das disciplinas escolares, através da exploração do cemitério como um espaço turístico e educativo.  


A professora da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Cassiana Vidal, trabalhou com os estudantes a questão do turismo cemiterial, que é referência em países como França, Uruguai, Peru, Chile e Argentina, e que funciona como geração de renda para os moradores do entorno, que também fazem a restauração do equipamento urbano, o utilizando para estudos, pesquisas e lazer. Além de falar sobre a cultura do povo mexicano, que promove uma grande festa quando alguma pessoa tem uma morte natural.


“O Bairro Educador está sendo uma ponte de motivação e auxílio para a escola. O Projeto Político Pedagógico da unidade escolar trabalha a autoestima dos alunos, e a trilha os estimula a ter orgulho do bairro onde vivem”, disse Cassiana ao ressaltar a importância da trilha para a vida pessoal desses alunos.


A professora de história e especialista em pedagogia cemiterial, Kate Rigo, afirmou que o maior desafio deste trabalho é convencer o setor pedagógico de que o cemitério é uma escola a céu aberto, pois trabalha a matemática, os variados estilos da arte grega, por meio dos mausoléus, a geografia, ciências, filosofia e outras disciplinas em um espaço diferente.


“A ideia de utilizar o cemitério como um espaço de aprendizagem não é comum para a  sociedade brasileira. A iniciativa da trilha educativa é ótima, pois além de adquirirem mais conhecimento, os alunos começam a valorizar a própria vida”, concluiu Kate.

Apresentação de dança dos alunos

Lucas Lima, estudante do 6º ano do CIEP Henfil, nunca havia ido a um cemitério e através da visita pôde ampliar seu conhecimento com relação a história do bairro onde mora desde que nasceu.

“Tenho orgulho de morar no Caju, pois além de ter a Vila Olímpica, há várias pessoas famosas enterradas no cemitério”, ressaltou o estudante.


As atividades da trilha “Ilustres Mortais” foram articuladas com os estudantes das Escolas Municipais Marechal Mascarenhas de Moraes, Espiridião Rosa, Walter Carlos Magalhães Fraenkel e CIEP Henfil, todas integrantes do Bairro Educador Caju, desde março deste ano.

Por Ana Paula Santana


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Alunos se conscientizam que o cemitério é um espaço educativo


Os estudantes das quatros  unidades escolares do BE Caju (CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas), visitaram durante a primeira semana de abril, dos dias 1º a 12 de abril, o Cemitério São Francisco Xavier no Caju, em prol da trilha educativa “Ilustres Mortais”. O objetivo da visita foi mostrar para os estudantes que o cemitério também é um espaço educativo.


O guia do cemitério, Waldeir de Almeida, acompanhou os estudantes que visitaram os túmulos do Barão do Rio Branco, Jamelão, Nena Martinez e Noel Rosa, personagens que tiveram influências para a história e cultura brasileira.


Um funcionário da Santa Casa contou para os estudantes algumas histórias de terror vivenciadas, e mesmo com essas experiências ele ressaltou não ter medo do local. “O relato do funcionário ajudou alguns estudantes a desconstruir o medo do cemitério, pois ele viu fantasmas, assombrações e mesmo assim continua trabalhando sem medo por aqui,” disse um estudante da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


O guia também explicou aos estudantes o significado de algumas denominações utilizadas no espaço, como por exemplo: carneiro, jazigo, mausoléu e capela. Ele  ressaltou que o principal meio de comunicação entre os funcionários do cemitério é o sino.


Durante o percurso os estudantes também puderam conhecer os mausoléus da Força Expedicionária Brasileira – FBE, onde foi enterrados o General Presidente João Figueiredo, de Emilinha Borba, Lamartine Babo, Barão de Mangaratiba e a quadra da Irmandade de São Pedro.


O BE agredece a todos os diretores, professores, estudantes, responsáveis e à administração do cemitério em viabilizar as visitas e desmitificar a ideia que a sociedade tem deste espaço. 


Por Marcelly Pereira

sexta-feira, 22 de março de 2013

Turismo cemiterial no Peru, Argentina e México

Na quarta feira, dia 20 de março, a partir da articulação da professora Fátima Borges e mobilização de outros professores da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, BE Caju, a professora Cassiana Vidal realizou uma atividade extra com as turmas 1601, 1602 e 1603, enriquecendo a trilha educativa “Ilustres Mortais”. A proposta surgiu pautada na vivência da professora Cassiana em outros países da América Latina. A temática do encontro abrange o turismo cemiterial no Peru, Argentina e México, com ênfase na geração de renda que acontece a partir da visita ao espaço cemiterial.

Cemitério pré incaico no Peru

O primeiro cemitério é o pré-incaico em Nazca, com túmulos abertos, casas de madeira que delimitam as covas e pessoas enterradas em posição fetal. Foi aprofundada também a questão da cultural local (quando o chefe da família morria, todos da família eram mortos, exceto o primogênito). Também foi apresentado, através de slides para os alunos, o cemitério do Peru, localizado em Chivay. 


Ao iniciar a explicação sobre o cemitério de Recoleta, na Argentina, os estudantes identificaram nas fotos algumas semelhanças com o cemitério São Francisco Xavier. As professoras Nagela Gonçalves e Cassiana Vidal contaram que nestes cemitérios é possível identificar várias pessoas fazendo piquenique ou utilizando o espaço para leitura.


“É um lugar tranqüilo, em que há pessoas do entorno explicando as histórias referente ao cemitério e as personalidades enterradas, cito Evita Perón, dentre outros”.


Cemitério la Recoleta

O próximo local abordado faz referência à festa do Dia dos Mortos, no México. A professora explicou o motivo das festas e principalmente da comemoração da morte.

Festa Dia dos Mortos

Quando nasce um mexicano eles lamentam, porque a pessoa irá viver num mundo de muitas dificuldades, já, quando é o oposto acontece a comemoração pela idealização de uma vida melhor após a morte”.

Nas reproduções fotográficas o grupo visualizou as festividades, as cores alegres, as diversas representações de caveiras coloridas e todas as celebrações que aconteciam dentro do cemitério, em cima dos túmulos.

Ao término da apresentação, os estudantes solicitaram ver as outras fotos, pois queriam fotografar e anotar o endereço do site. Percebemos que a sensibilização resultante deste encontro desconstruiu o olhar negativo que os estudantes tinham do cemitério.

O Bairro Educador agradece a professora Cassiana Vidal pela disponibilidade e principalmente por integrar e enriquecer a trilha.

Por Marcelly Pereira




Primeiros encontros da trilha educativa: Ilustres Mortais


Na primeira quinzena de março a gestora de projetos, Marcelly Pereira, iniciou a trilha Ilustres Mortais nas quatro unidades escolares que integram o BE Caju: CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel. Até o presente momento foram finalizados os dois primeiros encontros, que antecedem a visita ao cemitério.



Ao apresentar a proposta da trilha, os professores demonstraram entusiasmo e anteciparam para os estudantes que eles irão visitar o espaço cemiterial.  Os estudantes, no início, se espantaram com a proposta de visitar o cemitério, pois não enxergavam as potencialidades deste equipamento urbano. Após entenderem a proposta da visita, assistiram um vídeo de sensibilização com imagens antigas do bairro, mostrando as riquezas e o legado da nobreza no Caju. Todos foram questionados com relação ao equipamento urbano e o por que têm resistência em visitá-lo.



A atividade do segundo encontro foi pautada nas habilidades dos estudantes de 6º ano, na disciplina de geografia, que trabalha a relação do aluno com o bairro de origem. No primeiro momento a gestora de projeto explanou sobre o conceito de lugar e as suas diversas significações, utilizando as orientações de ações lúdicas do Educopédia. Na perspectiva de integrá-los à trilha, o encontro foi interativo, pois contou com a participação deles no simulador de vida, uma aula prática sobre o conceito de lugar, relacionado à sobrevivência do dia a dia e à vida social. Em seguida, os estudantes acessaram o google maps, onde foi apresentado o mapeamento do Bairro Educador e explicado cada ícone. A partir da interatividade dos participantes foram visualizados um varal e um resquício de praia (bastante poluída), mas com um píer abandonado.



Nesta semana foi finalizado o terceiro encontro da trilha, que tem como proposta mostrar os marcos históricos do bairro, com a construção da linha do tempo, tendo como ponto inicial a chegada da Família Real ao Brasil. Para garantir a atenção dos estudantes e potencializar a participação das professoras, será realizado um jogo de perguntas e respostas, com direito a ajuda dos professores, google e universitários.

A cada encontro os estudantes diminuem suas resistências e ampliam o conhecimento a respeito do tema. A geógrafa Nágela Golçaves, professora da Escola Marechal Mascarenhas de Moraes, sinalizou alguns trabalhos possíveis para serem elaborados ao longo do semestre. A diretora Maria Cristina Caramuru comentou que na Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas realizou um trabalho similar na década de 80, mas naquela época o bairro era outro, e acrescentou o roteiro da visita ao cemitério.

Na primeira semana de abril os estudantes irão visitar o cemitério. Será um momento de rupturas e de ressignificação, onde o cemitério será visto como um espaço educativo.
Por Marcelly Pereira


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Retorno às escolas do BE Caju


As aulas das escolas da rede municipal de ensino tiveram início na última semana de fevereiro, e o BE Caju fez um planejamento com o objetivo de aplicar atividades lúdicas que serão desenvolvidas com os estudantes no decorrer deste ano letivo. Para a realização das atividades, é fazer um traçado pedagógico realizado a partir do Projeto Político Pedagógico - PPP e o plano de trabalho dos professores. 

Os planos de trabalho estão em processo de amadurecimento, todos foram construídos a partir da demanda e do perfil da comunidade escolar. Apesar das especificidades, é necessário alinhar algumas ações entre as unidades de ensino, promovendo uma integração entre as escolas do bairro. Este ano duas atividades irão integrar as escolas, a trilha do "Eu" e "Ilustres Mortais". As escolas do Bairro Educador Caju são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


A trilha do “Eu” surgiu no ano passado, pois foi identificado de acordo com a opinião de estudantes de unidades escolares do entorno, que haviam diversos fatores que tornavam o CIEP Henfil um espaço negativo, devido também a sua localização. A trilha educativa do “Eu”, edição 2013, apresenta algumas características, tais como: a utilização do google maps para identificar a casa dos estudantes da educação infantil, mostrando os diversos núcleos que integram o Caju. 

Segundo a professora Rosangela Patriota (Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira) “as mães e as crianças entendem o Caju apenas como o centro do bairro, porém quando falamos de Parque São Sebastião, Chatuba, Parque Conquista e Manilha, fazemos referência também ao Caju”. Ao encontro da trilha que propõe uma ação de apropriação da cidade, a professora Tatiane Gregório sinalizou uma atividade muito interessante aos estudantes, que foi conhecer o Pão de Açúcar, já que o bondinho abriu inscrição para fazer uma visita ao local.


Os “Ilustres Mortais” é a trilha educativa que dialoga com algumas das ações estratégicas do Bairro Educador, no que tange a apropriação da cidade; realização de ações coletivas entre as Escolas do Amanhã e outras unidades escolares do mesmo Bairro Educador; realização de ações envolvendo Escolas do Amanhã e parceiros; fomento de parcerias com PSE (Programa Saúde na Escola) e PSF (Programa Saúde da Família). O objetivo da atividade é motivar a utilização do equipamento urbano enquanto um recurso pedagógico, que permite melhorar o aprendizado nas disciplinas de português, história, artes e geografia. As escolas que estão participando dessa atividade são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


O BE pretende realizar este ano a feira literária do Caju; formação do núcleo de comunicação do amanhã; PROCEI - Projeto CEI - Conhecer, Escolher E Investir: oficinas pedagógicas sobre projetos de vida com transição para o ensino médio e feira de profissões; participar das reuniões do Cartão Família Carioca; criar o núcleo de mães; e a revitalização e fortalecimento dos grêmios. O planejamento agrega as propostas da direção, coordenação pedagógica, professores e estudantes. 

Por Marcelly Pereira


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Salada Cultural Brasileira no BE Caju



A Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, integrante do Bairro Educador Caju, promoveu no dia 29 de novembro, com o apoio do BE, sua “Salada Cultural Brasileira”, feira na qual foram expostos os trabalhos produzidos com alunos ao longo do ano letivo.
A abertura oficial do evento foi com a execução do hino nacional brasileiro com todos os professores e seus respectivos estudantes perfilados. Logo após, a professora Moema Ribeiro da Silva explicou como surgiu a ideia do evento.

“Por conta da Lei da Igualdade Racial, nº 10.639, reforçamos o envolvimento da cultura Afro e Indígena e acrescentamos a cultura brasileira devido a história nordestina no bairro. Por isso nossa feira é uma salada de frutas nacional. 

Os estudantes puderam circular pelas salas, participar de oficinais e visitar exposições, tais como: máscaras africanas, livros africanos e indígenas, valorização do eu, oficina de trajes africanos, apresentação de capoeira, dança regional, além de assistir a vídeos que apresentavam os valores humanos.
Oficina de contos indígenas
Dentre as exposições era possível observar a “Mulher Negra Mulher”, na qual continha fotos de mulheres negras que hoje se destacam pela sua luta e determinação diária para vencer na vida, ou seja, pela sua atuação em movimentos sociais.


Exposição Mulher Negra Mulher
Para Daniel, eventos como a feira são muito importantes para os alunos. “Esses eventos são bons, pois conseguimos reunir os alunos e fazer atividades diferentes daquelas que acontecem diariamente na sala de aula. Sem falar que essas atividades são relaxantes e permitem que os estudantes desenvolvam talentos que até então não conheciam ou sabiam que possuíam”, afirmou.
Professor Daniel durante oficina de Stop Motion
 Já o estudante do 6º ano, Jordan Rodrigues, a feira permitiu conhecer um pouco mais do que irá estudar no ano que vem. “A feira além de estar muito legal, permitindo que os alunos circulem pelas salas, está me mostrando algumas coisas que irei estudar no 7º ano, com isso já chegarei melhor preparado. Sem falar que na oficina de Stop motion eu aprendi a produzir um vídeo, tirar fotos, manusear uma câmera digital. O dia valeu muito a pena”, encerrou.

O projeto Bairro Educador apoiou a unidade escolar na produção da festa e levou alguns parceiros que contribuíram expondo seus trabalhos para enriquecer ainda mais o evento. 

sábado, 4 de agosto de 2012

Desdobramentos da reunião do Cartão Família Carioca


No sábado, dia 04 de agosto, a Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, BE Caju, realizou o encontro com os responsáveis, vinculado a Reunião do Cartão Família Carioca. O momento não ficou restrito apenas a assinatura do benefício, a direção e a coordenação pedagógica, citaram os casos do dia a dia e os projetos realizados na escola.




A preocupação da escola, segundo o diretor adjunto, é potencializar o diálogo entre unidade escolar e responsáveis, nas reuniões legitimadas pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ).

A direção do espaço escolar desenvolve com cada estudante uma relação afetuosa, e a consequência deste tratamento bastante próximo com os estudantes, reflete na preocupação com a vida dos mesmos. O diretor alertou os responsáveis sobre os horários de término das aulas e das oficinas do Programa Mais Educação. Além disso, ele destacou que qualquer atividade extra curricular é avisada com antecedência aos responsáveis e finalizou o ponto da pauta ao citar um caso recente na unidade escolar.

Após o término dos informes, a coordenadora pedagógica expôs aos pais os projetos atuantes na unidade escolar e convidou o BE para explicitar o projeto, suas ações e seus desdobramentos na escola. Cabe realçar que o foco da apresentação foi o investimento nos estudos e nas potencialidades de cada pessoa.

Ao fim da reunião alguns responsáveis perguntaram a equipe do Bairro Educador, se havia algum curso profissionalizante para os filhos. A primeira demanda indicada pelos responsáveis, com encaminhamentos para próxima reunião, refere-se a divulgação nas reuniões de cursos, estágios e trabalhos.

O BE agradece à direção e coordenação pedagógica da escola pelo convite feito e pela relevância dos desdobramentos pós-reunião, como por exemplo a parceria estabelecidas entre Mais Educação, mãe voluntária e responsáveis.

O principal desdobramento da reunião é a configuração deste novo cenário de laços fraternais que implicam em troca de ações e de investimentos. O BE assume  a responsabilidade de se preparar para a próxima reunião que tem como principal meta contribuir na construção de uma rede pedagógica que integre responsável, escola e alunos, todos envolvidos no processo de ensino-aprendizado.

Por Marcelly Pereira

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

BE Caju tem “Um Amanhã Sustentável”

No dia 24 de Novembro, aconteceu na Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes a Feira Científica Cultural “Um Amanhã Sustentável”. A escola que já está habituada a realizar esse tipo de ação, desta vez recebeu o reforço de todos os Parceiros do Programa Escola do Amanhã e de parceiros locais do bairro do Caju.
A definição do tema “Comemoração do ano Internacional das Florestas”, que inclusive é o tema do Projeto Político Pedagógico da escola, surgiu em uma reunião entre parceiros, direção e professores da escola. Durante a reunião a direção sugeriu realizar um concurso para escolha de um nome para a feira, que ficou denominada: “Um Amanhã Sustentável”. Neste concurso também foi escolhida a logo do evento.

Além da exposição dos trabalhos feitos pelos estudantes, os parceiros ofereceram diversas oficinas, seguindo a temática da feira.


O Projeto Cientistas do Amanhã ensinou como fazer puffs, a partir da reutilização de garrafas pet de refrigerantes. Os alunos levaram mais de 3 mil garrafas que foram utilizadas durante a oficina , realizada na quadra da escola.



O Programa Saúde na Escola ensinou maneiras saudáveis de alimentação juntamente com uma parceira do Bairro Educador do Caju. Entre as estrelas da oficina tivemos o suco de laranja com abóbora que foi servido na hora do almoço.



O programa “Parceiros Brasil” discutiu resolução de conflitos com a presença de Gail Sadalla, pioneira em mediação escolar na Califórnia ( Estados Unidos). A oficina trabalhou com os alunos formas de se expressar corporalmente por meio de mímicas.


O Bairro Educador convidou os artistas do “De Repente na Praça” que ofereceram duas oficinas ‘Escultura em Barro’ e ‘Xilogravura’ que geraram grandes obras de artes, que foram oferecidas aos professores. Oferecemos ainda a oficina de “Arte em Lata” que trabalhou a reutilização de latas de leite em pó e achocolatado transformado-as em artesanato. As latas eram revestidas de tecido com cola branca e fitas para enfeitar.

A escola em parceria com o Bairro Educador ofereceu uma oficina de Gibiteca. As professoras de língua portuguesa concederam um momento de leitura apenas com gibis, que variaram desde edições raras a clássicos da literatura. Mais de 100 crianças participaram desta atividade ao longo do dia.


A escola ofereceu ainda uma oficina de “Chacarera”, uma dança tradicional Argentina. As turmas de 9º ano participaram e filmaram para enviar para uma escola Argentina com quem estão em intercâmbio.


Tivemos ainda a presença do Corpo de Bombeiros que falou da prevenção de queimadas nas matas e sobre o resgate em áreas de florestas.



Além das oficinas, aconteceram palestras com o Engenheiro Ambiental da Galvão Engenharia e com a designer Silvia Blumberg (convidada pela representante do Proinape) que trabalha com a transformação do lixo em jóias. Houve também uma palestra sobre cultura dos povos indígenas.


Na parte da tarde houve um show de talentos. Os alunos dançaram, cantaram, declamaram poesia e tocaram violão.


A equipe do Bairro Educador agradece a participação de todos que se empenharam em garantir o sucesso da Feira: “Um Amanhã Sustentável”. A Coordenação do Programa Escolas do Amanhã, Direção, professores, funcionários e alunos da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Unesco, a equipe do Projeto Cientistas do Amanhã, a equipe do Programa Saúde nas Escolas, equipe do Parceiros Brasil, Proinape, Petrobrás, Galvão Engenharia, SOS, Dona Iraildes, Grupamento Florestal do Corpo de Bombeiros e Batalhão do Corpo de Bombeiros do Caju.