A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Tecnologia e conhecimento


Cerca de 30 estudantes das turmas do2°ano do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes, BE Irajá, visitaram no dia 11 de junho de 2013 a Nave do Conhecimento de Irajá, através da parceria articulada pela equipe do Projeto Bairro Educador.


A visita foi guiada pelos monitores que apresentaram aos alunos os espaços da Nave; esta oferece um conjunto de atividades utilizando a tecnologia como principal recurso.

Os alunos conheceram “O Mapa da Comunidade”, como é denominada a mesa interativa de tecnologia touch screen. Através do programa, Google Maps, foi possível localizar o CIEP Dr. Adão Pereira Nunes e alguns dos serviços do bairro de Irajá.


Na Galeria Digital os estudantes tiveram a oportunidade de visualizar algumas fotografias do bairro na década de 1920, além de obras artísticas do dia da saúde, exibidas em uma exposição no Centro Cultural do Banco do Brasil. Este recurso promove a junção entre tecnologia, história e arte.


Por fim, os alunos utilizaram a biblioteca virtual composta por 10 computadores, onde acessaram a internet, fizeram desenhos e conheceram novos jogos.

A estudante Maria Eduarda disse que gostou de conhecer o espaço da Nave e de brincar com novos jogos no computador. A estudante conheceu o espaço na companhia de sua mãe e de seus colegas de turma, onde foi possível vivenciar um momento de descontração e muitas brincadeiras, ao mesmo tempo em que aprendiam.


O Projeto Bairro Educador agradece a Nave do Conhecimento de Irajá pela parceria e pela receptividade com os alunos.
Por Fernanda Souza

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O Adão visita o Olimpo


No dia 28 de maio de 2013, ocorreu no CIEP Dr. Adão Pereira Nunes a apresentação da peça teatral “O Adão visita o Olimpo”, elaborada pelos alunos das turmas 1302, 1301 e 1401.
 
A apresentação da peça teatral foi o enceramento das atividades da trilha educativa “Entre Gregos e Romanos”, elaborada pela gestora de projetos do Bairro Educador de Irajá, Fernanda Souza. A trilha tem como base o Projeto Político Pedagógico da unidade escolar, que tem como tema do primeiro bimestre a cultura Greco-Romana.
Cerca de 100 pessoas participaram do encerramento, entre estudantes, responsáveis, professores e a equipe da direção escolar.

 
A peça teatral retratou a cultura Greco-Romana através da encenação dos alunos, que representaram os principais deuses da mitologia, como Zeus o grande Deus do Olimpo, Cronos o Deus do tempo, Hera a Deusa da família, Afrodite a Deusa da beleza, Pandora e sua caixa de mistérios e tragédias, entre outros.  

 
No mesmo evento, foi realizada a cerimônia de posse dos alunos eleitos para a nova formação do grêmio estudantil.
O projeto Bairro Educador agradece as professoras e a equipe da direção pela parceria e apoio.

Por Fernanda Souza

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Reciclagem e fotografia


Os alunos do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes participaram, no dia 24 de maio, da oficina de sustentabilidade e fotografia realizada pelas oficineiras do Programa Mais Educação.

O objetivo desta atividade é explicar de forma prática e lúdica o sentido da sustentabilidade, que tem como significado um conjunto de ações e atividades humanas que ajudam a garantir o futuro das próximas gerações.


Através da oficina, os alunos aprenderam a reaproveitar materiais que muitas vezes são descartados, sendo considerado pela maioria das pessoas como lixo.

Utilizando apenas uma folha de jornal, uma garrafa pet, um pedaço de barbante e fitas coloridas, os estudantes aprenderam a confeccionar um brinquedo, muito conhecido como “Biboque”, além de contribuir para o meio ambiente, pois estão utilizando materiais recicláveis.


Depois da brincadeira, com o “Biboque” nada melhor do que registrar o momento. Os alunos utilizaram máquinas fotográficas para fotografar os brinquedos criados por eles.

Este tipo de atividade tem como objetivo conscientizar e sensibilizar os alunos sobre a importância da reciclagem através de pequenas ações, que vão resultar na preservação do meio ambiente.


O projeto Bairro Educador agradece as oficineiras Joyce Carvalho e Claudia Bias, do Programa Mais Educação, pela parceria e realização da atividade. 

Por Fernanda Souza

terça-feira, 7 de maio de 2013

Cultura e tecnologia caminham juntas


Estudantes das turmas de Educação Infantil I e II do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, BE Irajá, visitaram no dia 07 de maio o Museu das Telecomunicações Oi Futuro, localizado no bairro do Flamengo, na companhia das professoras Barbara Prudente e Michele Dantas.


O Museu possui um programa educativo de acordo com a faixa etária dos estudantes, onde monitores contam a história das telecomunicações de forma lúdica, em um espaço que promove conhecimento e diversão ao mesmo tempo. O espaço alia o moderno, representado pelas inovações tecnológicas, ao arcaico, para explicar a evolução das telecomunicações.


            A visita foi guiada por duas monitoras, e contou com a participação da palhaça “Dona Peitola”, que apresentou de forma descontraída a linha do tempo das telecomunicações, dando ênfase para os seus principais acontecimentos e invenções.


            Este tipo de atividade tem como objetivo a promoção à cultura, ao entretenimento, as novas formas de tecnologia, ao mesmo tempo em que contribui para um processo de apropriação da cidade, ampliando as experiências com os equipamentos culturais do município. De outra forma, a ida o Museu Oi Futuro, possibilita aos estudante aprender através da arte, além de instigar a curiosidade e favorecer o desenvolvimento do aprendizado realizado na sala de aula.


O Projeto Bairro Educador agradece ao Museu Oi Futuro por mais esta parceria. Agradecemos as professoras Michele Dantas e Barbara Prudente, pelo trabalho realizado.
Por Fernanda Souza.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Parceria entre a escola e a família


O primeiro encontro do núcleo de família do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, BE Irajá, ocorreu no dia 04 de maio, com a participação de doze mães dos alunos das turmas do 4° e 5° ano. O tema do encontro foi voltado para a sexualidade, tendo o objetivo de esclarecer dúvidas dos responsáveis sobre a temática, bem como oferecer sugestões de como tratar do assunto com seus filhos, como, por exemplo, as mudanças decorrentes da puberdade.

Esta atividade foi elaborada pela Técnica do Programa de Saúde na Escola (PSE), Geiza Maciel, juntamente com a gestora de projetos do Bairro Educador de Irajá. O encontro foi muito produtivo; as mães participaram ativamente e muitas contribuíram com seus depoimentos e troca de ideias, enfim, foi um momento de ótima interação.


Um dos objetivos do encontro foi o de promover a aproximação dos pais com o âmbito escolar, pois a educação perpassa tanto o ambiente da escola como o familiar. Esta integração entre família e escola tem se mostrado muito importante para o sucesso da aprendizagem dos alunos. Ao mesmo tempo, é muito importante que a família seja recebida, ouvida e tenha um espaço de participação na escola, para que se construa uma parceria efetiva entre os responsáveis e a escola em prol da educação.

Por fim, o grupo decidiu que deverão ocorrer novos encontros, tendo outros temas em pauta, como alimentação e saúde, entre outros. O projeto Bairro Educador agradece as mães pela importante participação; a técnica do PSE, Geiza Maciel, pela elaboração da atividade.
Por Fernanda Souza

terça-feira, 30 de abril de 2013

"Filosofar é preciso!"


A trilha educativa “Entre Gregos e Romanos”, aconteceu no dia 30 de abril, no CIEP Dr. Adão Pereira Nunes, BE Irajá, uma palestra sobre mitologia grega, com o estudante de filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Felipe Araujo.

Ao todo participaram cerca de 150 alunos. A atividade foi organizada pela gestora de projetos do Bairro Educador de Irajá, juntamente com a professora da sala de leitura, Solange Medeiros, com o apoio da Coordenadora Pedagógica, Gisele Cardoso, e com a participação de diversas professoras.


O palestrante Felipe Araujo falou sobre a mitologia grega, fazendo comparações com os mitos de outras culturas, como a cultura germânica, através do mito de Thor, reconhecido pelos alemães como o “Senhor do Trovão”, “Senhor do Céu e das Chuvas Benéficas”.

Outro mito que chamou atenção dos alunos foi o da indiazinha“Mani”, sendo uma lenda indígena brasileira, que explica como surgiu a mandioca:

“A indiazinha tinha a pela muito branca, diferente dos outros índios, e ao falecer, provocou o sentimento de saudade em sua mãe, que ao chorar em seu tumulo, dentro de uma oca, fez brotar a semente da mandioca”. (Lenda dos índios Tupi).’’

O mito grego “hermafrodito”, derivado da união dos nomes paternos Hermes e Afrodite, respectivamente Mercúrio e Vênus na mitologia romana, serviu como explicação para os estudantes do significado dos símbolos feminino e masculino. O símbolo feminino é representado pelo espelho da Deusa Afrodite, mas conhecida pelos gregos como a Deusa do amor e da beleza. O símbolo masculino é representado pelo escudo e a lança do Deus Ares, conhecido pelos romanos como Mercúrio, o Deus da guerra e da força.


Os alunos interagiram com o palestrante, de forma que expuseram suas opiniões sobre a temática, além de ter despertado inquietações sobre várias maneiras de entender os sentidos e os efeitos da natureza, explicados através da mitologia.

A palestra teve como objetivo ampliar os conhecimentos sobre a cultura Greco-Romana, além de promover o acesso à filosofia, que tem por finalidade estimular as habilidades cognitivas e de argumentação dos estudantes. A filosofia lecionada para crianças promove o desenvolvimento do caráter ético, autônomo e criativo.

O projeto Bairro Educador agradece ao palestrante, Felipe Araujo, por ter dividido o seu conhecimento sobre filosofia e mitologia de forma lúdica, ampliando a visão dos alunos sobre a temática.
Por Fernanda Souza.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

“Hanseníase tem cura!”


Os estudantes do 4º ano do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, BE Irajá, assistiram na terça feira, 16 de abril, uma palestra sobre a hanseníase, doença popularmente conhecida como lepra. A atividade foi elaborada pela técnica de enfermagem do Programa Saúde nas Escolas (PSE), Geiza Maciel e a gestora de projeto do Bairro Educador, Fernanda Souza.


A palestra teve como objetivo levar aos estudantes informações sobre o que é a Hanseníase, seus principais sintomas, causas e tratamentos. Além disso, o encontro também procurou “quebrar” os preconceitos existentes em relação a doença. A atividade faz parte da campanha realizada pelo Ministério da Saúde, iniciada no mês de março em várias escolas do Brasil, sendo realizada pela equipe do PSE. A campanha promove ações voltadas para o público infantil sobre Hanseníase e Verminose, cujo tema é “Hanseníase e Verminoses têm cura. É hora de prevenir e tratar”.

Foto da campanha

Para ampliar o conhecimento dos estudantes, foram exibidos vídeos explicativos sobre a hanseníase, como é desenvolvida e como tem início o tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, os estudantes receberam folhetos com esclarecimentos sobre a doença e tiraram dúvidas com a técnica do PSE.


De acordo com entrevista ao site de notícias do governo federal, o secretário nacional de vigilância em saúde, Jarbas Barbosa, destacou que a hanseníase tem cura e, quando a pessoa começa o tratamento, a transmissão é interrompida quase que imediatamente. Ainda segundo o secretário, a doença é rara em crianças, mas quando ela é portadora é porque alguém na família ou na comunidade possui hanseníase.

O projeto Bairro Educador agradece, em nome de toda a equipe, ao apoio e parceria do PSE, o que possibilitou a realização de mais uma atividade, a qual serviu como elemento enriquecedor no processo de aprendizagem dos estudantes.


Por Fernanda Souza

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Cultura grega une sala de aula a museu


Os estudantes do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, tendo como eixo de trabalho a cultura greco-romana, participaram no dia 9 de abril, de uma aula-passeio ao Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo da aula foi aprofundar os conhecimentos dos alunos sobre a temática abordada pela trilha educativa “Entre Gregos e Romanos”, elaborada pela gestora de projeto do Bairro Educador, Fernanda Souza, com base no tema do primeiro bimestre do Projeto Político Pedagógico (PPP) da unidade escolar.


O museu possui um acervo que é fruto do fascínio da imperatriz Tereza Cristina pela arqueologia da cultura mediterrânea. A maior parte dessa coleção chegou ao Brasil entre 1853 e 1859. Ao todo são mais de 700 peças sobre a cultura greco-romana (dados do Museu Nacional).


Esta aula-passeio teve o objetivo de proporcionar o acesso à cultura e às informações sobre as disciplinas estudadas pelos estudantes, como história e artes, integrando a sala de aula aos potenciais educativos da cidade, como o Museu Nacional.

A aula passeio foi guiada pelos alunos do colégio Pedro II, que apresentaram as exposições: O Egito Antigo; Culturas do Mediterrâneo; Paleontologia e Arqueologia Pré-Colombiana, essa última, será tema do próximo eixo a ser desenvolvido no CIEP e que também consistirá numa trilha educativa do Bairro Educador Irajá.


Os alunos também tiveram a oportunidade de conhecer um pouco sobre a história do Brasil, pois o museu foi criado por D. João VI em 1818, sendo denominado como “Museu Real”, por estar situado no local onde serviu de moradia da família real por vários anos.


Uma estudante da turma 1302 ficou admirada com o museu, relatando os pontos que mais chamaram sua atenção. “Essa é a minha primeira visita a um museu, eu gostei muito. Eu vi os deuses gregos nos vasos e achei muito bonito”, destacou a estudante.

Fernanda Souza

quinta-feira, 21 de março de 2013

“Entre gregos e romanos”


No dia 19 de março aconteceu a primeira atividade da trilha educativa “Entre Gregos e Romanos” no CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, BE Irajá. Os estudantes participaram do Cine Pipoca, e assistiram o desenho Hércules, uma produção da Disney. O desenho foi exibido para três turmas da educação infantil e do 1º ano e uma turma de 3º e 4º ano.


Após a exibição foi feita uma roda de conversa sobre o filme. Muitos estudantes interagiram com a temática, expondo seus conhecimentos sobre a cultura grega, abordada no desenho. O objetivo da ação foi verificar o que os estudantes haviam aprendido sobre cultura grega, tema trabalhado em sala de aula. Assim, foi possível perceber as habilidades dos estudantes em relação à observação e debate sobre as imagens artísticas, estabelecendo conexões com as experiências dos mesmos.


O Cine Pipoca teve como contexto a cultura grega, pois esta, junto com a cultura romana, integra o primeiro eixo do projeto pedagógico anual (PPA) do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes. Os demais eixos são: cultura oriental, com ênfase na chinesa, a cultura pré-colombiana e, por fim, a cultura africana.

O desenho serviu como sensibilização, pois contribuiu como “marco zero”, recurso utilizado pelo Bairro Educador para resgatar e registrar os conhecimentos prévios dos estudantes acerca de um determinado assunto, ou para verificar o estágio do desenvolvimento de uma determinada habilidade. 


A perspectiva deste trabalho é fazer com que o conhecimento apresentado passe a dialogar com os outros conhecimentos e experiências do estudante, produzidas no âmbito das relações sociais com familiares, amigos e também nas brincadeiras, jogos, disputas e quaisquer outros espaços que compõem o universo de relacionamento do aluno. Em outras palavras, parte-se do princípio de que os estudantes, por menores que sejam, são detentores de saberes e esses não podem ser desprezados, ao contrário, devem ser levados em consideração, especialmente porque as crianças são protagonistas e não meras receptoras de conhecimentos já elaborados.

A cultura grega tem influências do campo da filosofia, política, artes, esportes, teatro, construções, e também no campo do imaginário popular. Portanto, de certa forma, mesmo que o estudante não saiba sobre a relação entre a palavra política e a organização e o funcionamento da pólis, a influência desta cultura é muito mais próxima do que se imagina.

O Bairro Educador agradece a participação do corpo docente da escola, que auxiliou pedagogicamente na execução das atividades.

Por Fernanda Souza e Adriano de Araujo

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

BE Irajá reinicia suas atividades com os novos gestores de projeto

Com as mudanças relativas a gestão do projeto do Bairro Educador (BE) Irajá (redução do número de unidades escolares por gestor de projeto e entrada de novos gestores), a reunião com a coordenadora pedagógica Gisele Cardoso, realizada no dia 26 de fevereiro, marcou o reinício das atividades do projeto no CIEP Doutor Adão Pereira Nunes. Participaram do encontro o gestor de núcleo Adriano de Araujo, o gestor de projetos de Irajá e Pavuna, Diogo Dutra e a gestora de projetos de Irajá, Fernanda Souza.


O destaque do encontro foi a participação de dois estudantes, que são monitores da escola e que acompanharão o Projeto Bairro Educador. Caberá a eles apoiar a coordenadora pedagógica, de acordo com a perspectiva da unidade escolar, que é incentivar o protagonismo e a participação dos estudantes na vida e organização do ambiente escolar.


O encontro teve como finalidade a apresentação dos novos gestores de projeto do Bairro Educador de Irajá, Fernanda Souza e Diogo Dutra à diretora Ademilda Maria, à coordenadora pedagógica Gisele Cardoso e aos demais funcionários e alunos da unidade escolar.


Outro tema importante do encontro foi o início do planejamento das atividades que serão realizadas pelo BE em parceria com o CIEP. A coordenadora pedagógica apresentou para a equipe o Projeto Pedagógico Anual (PPA) que servirá de fundamento para o início das atividades. O PPA da escola está centralizado na temática da diversidade das culturas mundiais, tendo como subtemas: cultura greco-romana; cultura oriental, com ênfase na cultura chinesa; cultura pré-colombiana e cultura africana.



A coordenadora pedagógica relatou: Eu considero o Projeto Bairro Educador como um ótimo parceiro, pois promove um trabalho conjunto com base em interesses da comunidade, dando um apoio no planejamento das ações do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes.


Gisele sugeriu possíveis atividades, como a visita ao novo Museu de Arte do Rio, à Nave do Conhecimento e à Biblioteca de Irajá, entre outros.


Equipe reunida com a Coordenadora Pedagógica e com dentista do PSE

Por fim, a reunião também contou com a participação de um dentista do Programa de Saúde da Família (PSF), que através de uma articulação com o Programa Saúde na Escola (PSE) apresentou um projeto intitulado “Olimpíadas da Saúde, Esporte e Cultura”. A equipe do projeto Bairro Educador conheceu a proposta das atividades e foi sinalizada sobre uma futura reunião que será realizada para tratar especificamente deste projeto.


O BE aproveita para agradecer à diretora e à coordenadora pedagógica do CIEP, pela receptividade.

Por Fernanda Souza

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Famílias de Irajá por toda cidade


             Durante todo o ano, o Bairro Educador de Irajá promoveu atividades culturais nos finais de semana para os estudantes e as suas famílias. Estas ações só foram possíveis graças às parcerias com as mães voluntárias das unidades escolares: CIEP Dom Oscar Romero,CIEP Dr. Adão Pereira Nunes e a Escola Municipal Cornélio Pena, além das parcerias com as instituições promotoras, ou apoiadoras, das ações culturais, como com os parceiros do Projeto Bairro Educador: MetrôRio, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Oi Futuro, Secretaria Estadual de Cultura entre outros.


            Estas ações ocorreram periodicamente e envolveram mais de 500 pessoas ao longo do ano de 2012. Por meio destas atividades, essas famílias estão tendo acesso não só a cultura, elas puderam exercer o seu direito à cidadania de forma efetiva. Através do transporte gratuito oferecido pelo MetrôRio, eles tiveram a oportunidade de exercer o seu direito de ir e vir, se apropriando dos espaços físicos, ampliando a visão da cidade em que vivem, tendo contato com lugares, pessoas e realidades outrora desconhecidos; os responsáveis dos estudantes conseguiram, através destas atividades, construir uma nova percepção sobre o papel social da escola; inclusão social e cultural: Além disso, as pessoas desenvolveram também aspectos cognitivos, comportamentais e de sociabilidade durante estas atividades.


            Quando os parceiros ligam oferecendo atividades culturais nos finais de semana a gestora de projetos do BE Irajá entra em contato com as mães voluntárias Nélia Gonçalves e Gilderlândia Souza (CIEP Dom Oscar Romero), Arlete Costa (Escola Municipal Cornélio Pena) e Viviane Souza (CIEP Dr. Adão Pereira Nunes), e a rede de “mães do passeio” ―este foi o apelido escolhido pela comunidade local para designar este grupo―é ativada. Através do boca-a-boca as pessoas vão sabendo da atividade e o processo de inscrição é iniciado.No dia do evento, elas estão preparadas com a lista na mão para confirmar a presença dos participantes.

            Esses passeios contribuíram para a mudança do meu filho de cinco anos. Antes ele era uma criança tímida, não conversava com as pessoas e nem gostava de sair de casa. Por meio dos passeios ele mudou muito! Hoje em dia, ele fala e conversa com outras pessoas, expressa os seus sentimentos. Quando fomos a uma peça de teatro no Jardim Botânico que falava sobre preservação no meio ambiente, eu lembro que o Lucas naquele dia chegou em casa e chorou muito, porque ele tinha aprendido na peça que o mundo estava em perigo por causa da poluição causada pelo homem. A partir daí ele resolveu criar uma campanha para salvar o planeta, e passou a fazer desenhos e espalhar pela comunidade onde vive para alertar as pessoas sobre a importância de salvar o planeta, relatou a mãe Arlene Costa, orgulhosa e surpresa com a atitude do filho, estudante da E.M. Cornélio Pena.


            O Projeto Bairro Educador agradece as unidades escolares que sempre contribuem e incentivam estas ações nos finais de semana, a todas as mães voluntárias que participam e viabilizam essas ações e aos parceiros pelas oportunidades oferecidas ao longo de 2012.
Por Ana Carolina Duarte

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Teatro Educativo sobre o meio ambiente


Em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, nos meses de outubro e novembro, o Projeto Bairro Educador promoveu apresentações teatrais sobre o meio ambiente para os CIEPs Dom Oscar Romero, Dr. Adão Pereira Nunes e as Escolas Municipais Sebastião de Lacerda, Olímpia do Couto e Cornélio Pena, BE Irajá. Cerca de 1.200 estudantes, do 1º ao 5º ano, puderam aprender de forma lúdica, e interativa, sobre a importância de preservar a natureza.


Em 2012, em consonância com a Rio + 20, todas as unidades escolares do Bairro Educador de Irajá, de primeiro segmento,desenvolveram projetos e atividades educativas relacionadas às temáticas do meio ambiente: sua preservação e sustentabilidade.  Por esta razão, a gestora de projetos decidiu junto com as unidades escolares, realizar apresentações de teatro para os estudantes nas referidas instituições de ensino. 

“Nós não somos atrizes profissionais, mas sim agentes educadoras do meio ambiente. Resolvemos criar este teatro educativo para que vocês possam aprender se divertindo”, diziam as atrizes ao final da peça teatral, que divertiu os pequenos.

Durante a peça teatral, os alunos tiveram a oportunidade de aprofundar os seus conhecimentossobre como podemos preservar a natureza no nosso dia a dia, e as conseqüências dos danos causados pelo homem para a natureza.

Ao final da apresentação, as educadoras ambientais fizeram uma roda de bate-papo com os estudantes sobre os assuntos apresentados na peça. A fim de promover reflexão,convidaram alguns estudantes para participar da dinâmica “casos”, um momento onde os próprios estudantes puderam dar exemplos de preservação e/ou destruição do meio ambiente, a partir das suas próprias experiências de vida.


Após o espetáculo, alguns estudantes que participaram das dinâmicas propostas pelas educadoras, foram premiados com broches, representando a participação no grupo dos guardiões do meio ambiente. Esta é uma forma simbólica de incentivá-los a continuarem zelando pelo meio ambiente na escola e na comunidade onde vivem.

“Porque você está catando esses papéis do chão?”Perguntou uma professora ao seu aluno, que ganhou o broche. Ele respondeu: “Agora eu sou um agente do meio ambiente. “Tenho que cuidar para que tudo fique limpinho aqui no CIEP”, relatou a coordenadora pedagógica Ana Lúcia Galrão, do CIEP Dom Oscar Romero.
Ana Carolina Duarte.
Gestora de Projetos do Bairro Educador Irajá

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CIEP resgata a influência da cultura africana no Brasil


A história e influência da cultura africana nas tradições e costumes do povo brasileiro foram conteúdos trabalhados durante a culminância do projeto “Unindo o Adão e a África pelo mar da imaginação”, realizada na sexta feira, 23, no CIEP Dr. Adão Pereira Nunes, integrante do BE Irajá. O objetivo deste trabalho foi mostrar aos estudantes que o samba, a capoeira, o candomblé, a feijoada, entre outros costumes, são heranças que os povos africanos trouxeram para o Brasil durante a escravidão.

Acessórios da cultura africana

A ideia de trabalhar a cultura africana surgiu a partir de um pedido dos estudantes, que tinham interesse em aprofundar os conhecimentos sobre a cultura africana. A professora Cláudia Marques com o apoio do Bairro Educador, atendeu a solicitação da turma, e decidiu trabalhar este conteúdo, que  serviu de inspiração para o Projeto Político Pedagógico (PPP) do CIEP em 2013, que será calcado no tema: identidade cultural e no 4 Bimestre será sobre a África.

Palestrantes, diretora e professoras do CIEP

Para a estudante do 5º ano, Karoline Oliveira, há uma grande diversidade cultural no continente africano e através das pesquisas que fez, percebeu que nos países não há somente pobreza e sofrimento.

Karoline Oliveira representando Princesa Isabel em espetáculo teatral

“Aprendi que na África não tem só sofrimento e guerra, lá existe um povo feliz e uma cultura muito rica e bonita. Quero aprender a língua africana, para depois poder viajar e conhecer vários países da África”, concluiu Karoline.

A culminância contou com um workshop de trança nagô, uma peça teatral encenada pelos próprios estudantes do CIEP (que contaram a história da libertação dos escravos no Brasil), apresentação de danças africanas com os estudantes do CIEP Antonio Candeia Filho (unidade escolar integrante do BE Acari), palestra sobre cultura e costumes africanos, a exposição “Um pedaço da África”, uma apresentação do projeto “Samba menino”, que utiliza a música para contar a história do samba de uma forma lúdica, além de outras atividades.

Workshop de trança nagô com a trançadeira Ilma Gonçalves

O professor universitário e diretor da Escola de Negócios da Faculdade São José, Koffi Djima Amouzou, nascido em Togo, na África, veio para o Brasil em 1997. Ele foi convidado pelo BE para falar sobre tradições e costumes africanos para os estudantes.

Djima explicou que em alguns países africanos a escolha dos nomes é feita de acordo com o dia da semana, a hora e a condição do tempo em que a criança nasce. Os estudantes interagiram com o palestrante e aprenderam que nomes teriam se tivessem nascido em Togo, por exemplo.

Koffi Djima ressaltou a importância da aplicação da lei na rede de ensino do Brasil.

Djima explicando a origem dos nomes aficanos para os estudantes

“A obrigatoriedade da cultura africana no currículo escolar ajuda os alunos a conhecerem melhor as raízes dessa cultura que está integrada à cultura brasileira, fortalecendo a integração entre Brasil e África. Falei bastante sobre obediência e respeito, que são elementos importantes para facilitar o aprendizado deles sobre os costumes africanos”, ressaltou Djima.

Estudantes que fizeram uma apresentação de dança frevo

O BE também convidou o estudante africano, Abbé Tossa para um bate papo com os alunos. Nascido em Benin, país localizado a oeste do continente africano, Tossa, que também é descendente de família real, ganhou do governo africano uma bolsa para vir ao Brasil para estudar língua portuguesa na UFRJ e propagar sua cultura pelo país. Ele falou sobre a importância dos estudos e destacou que através da educação é possível diminuir o preconceito que as pessoas têm com relação a África e com os negros.

Tossa e estudante do CIEP

“Acho que esse trabalho vai ajudar os alunos a mudarem a concepção que eles têm sobre a África, criados a partir de alguns estereótipos criados pelos meios de comunicação sobre o continente”, disse Tossa.

Estudantes tocando o ritmo do samba

De acordo com Ademilda da Silva, diretora do CIEP, a parceria com o BE satisfaz os anseios da escola, pois o projeto proporciona conhecimento de uma forma interativa com os estudantes. Para ela trabalhar a cultura africana foi algo enriquecedor para os alunos, que têm “sede de saber”.

Os africanos Abbé Tossa e Koffi Djima e a diretora do CIEP

“Foi ótimo realizarmos este evento em plena semana da Consciência Negra. Nosso objetivo, através dessas atividades foi trabalhar a questão do aluno ser crítico, mas com embasamento. O BE, através das parecrias, possibilita que os alunos saiam da comunidade local para participar de atividades culturais e outros eventos, ampliando o aprendizado deles”, ressaltou a diretora.

O palestrante Djima sugeriu à diretora que futuramente seja introduzido no CIEP um projeto que ensine os dialetos africanos aos estudantes interessados pela cultura africana.


Por Ana Paula Santana