A COMUNIDADE A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO


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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Últimas atividades da Trilha Educativa Ilustres Mortais - desdobramentos


Na sexta feira, dia 21 de junho, realizamos a última atividade da Trilha Educativa Ilustres Mortais - a gravação para o Globo Educação. O trabalho representa a ação que reuniu as escolas que integram a rede municipal de educação do Caju, CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel.
 
 
A gravação para a emissora registrou a interação dos estudantes ao cemitério São Francisco Xavier. No percurso os estudantes relataram as histórias que mais chamaram atenção no cemitério, um exemplo foi a lenda da menina que morreu na escola, apesar do esclarecimento relacionado ao óbito e a criação da escola, os estudantes continuam acreditando na lenda.

 
Outro ponto a ser destacado, foi a participação das professoras Nágela Gonçalves e Cassiana Vidal, porque ambas aplicaram no campo santo o conteúdo pedagógico, ou seja, o desdobramento da aula passeio. Cabe aqui ressaltar a abordagem desenvolvida pela professora de português da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e a da professora da sala de leitura da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas a pesquisa bibliográfica dos artistas encontrados no Cemitério São Francisco Xavier.
 
 
O Bairro Educador agradece o investimento das escolas em garantir o desdobramento da atividade de apropriação do bairro, e principalmente na valorização do equipamento urbano caracterizado do bairro, o cemitério.
 
Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Estudantes redescobrindo o Bairro por meio do Googlemaps


Identidade e Patrimônio são os temas abordados de forma lúdica, pela Trilha Educativa do Eu, aplicada no CIEP Henfil e na Escola Municipal Professora Laura Sylvia Mendes Pereira. A atividade nasceu no ano anterior, e pelo mesmo objetivo que os dias atuais: o estigma do brizolão e a complementação do Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Professora Laura Sylvia Mendes Pereira.

Na última sexta feira, dia 17 de maio, o encontro utilizou a ferramenta utilizada pelo Bairro Educador para trabalhar o mapeamento local, o googlemaps.


Na reorganização dos encontros, optou-se a permanência da idéia central das atividades e sua estruturação, todavia a dinâmica de alguns encontros estão sendo modificadas, como por exemplo pela utilização do googlemaps.

A atividade começou com a gestora de projetos do BE apresentando aos estudantes o Mapa do Mundo, com ênfase nos continentes que mais se destacaram ao olhar dos pequenos observadores. O João Vitor, estudante de 5 anos que possui dificuldade de fala, ficou fascinado com o Alasca e associou logo a presença dos pingüins. Após visitar diversos continentes, a gestora de projetos expôs aos estudantes o mapa do Rio de Janeiro, até chegar o bairro do Caju.


Ao entrar no mapa do Caju, as crianças identificaram as ruas, a Vila Olímpica, a creche, o “brizolão” e até encontraram o que não estava visível a olho nu. O estudante Vinicius Venâncio de Souza reconheceu o Centro Educacional Claudileno ao visualizar a Ladeira, uma das microrregiões que integram o Caju. Empolgado com a visitação ao bairro, o mesmo estudante relatou que a avó trabalhava no Hospital Anchieta, atualmente utilizado como ocupação irregular. Ao chegar ao centro do Bairro o estudante Daniel de Souza reconheceu a unidade escolar Marechal Mascarenhas de Moraes.



Encerramos a atividade com a explicação lúdica da professora Rosângela Patriota sobre os diversos lugares do Caju.

Na semana seguinte abordaremos a relevância do "nascimento", explicado por meio de histórias do universo infantil. Ao término haverá uma pequena culminância, a Festa de Aniversário Coletiva. 

Por Marcelly Pereira

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Estudantes utilizam o cemitério como espaço educativo


Trabalhar a apropriação e valorização do bairro, por meio de visitas ao maior cemitério da América Latina, o Cemitério São Francisco Xavier, localizado no bairro do Caju e o primeiro da cidade do Rio de Janeiro, é uma das atividades pedagógicas propostas pela trilha educativa “Ilustres Mortais”, que envolve quatro unidades escolares integrantes do projeto Bairro Educador e teve sua culminância no último dia 11, na Vila Olímpica do Caju.


A culminância da trilha contou com a participação de estudantes, responsáveis, representante da 1ª CRE, corpo docente e parceiros do Bairro Educador, que potencializaram a ideia da trilha.


“Ilustres Mortais” tem como proposta resgatar a memória do Caju, por meio da visita dos estudantes a túmulos aonde foram enterrados personagens da história e cultura do Brasil. Além disso, a aula passeio integra o conteúdo curricular das disciplinas escolares, através da exploração do cemitério como um espaço turístico e educativo.  


A professora da Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Cassiana Vidal, trabalhou com os estudantes a questão do turismo cemiterial, que é referência em países como França, Uruguai, Peru, Chile e Argentina, e que funciona como geração de renda para os moradores do entorno, que também fazem a restauração do equipamento urbano, o utilizando para estudos, pesquisas e lazer. Além de falar sobre a cultura do povo mexicano, que promove uma grande festa quando alguma pessoa tem uma morte natural.


“O Bairro Educador está sendo uma ponte de motivação e auxílio para a escola. O Projeto Político Pedagógico da unidade escolar trabalha a autoestima dos alunos, e a trilha os estimula a ter orgulho do bairro onde vivem”, disse Cassiana ao ressaltar a importância da trilha para a vida pessoal desses alunos.


A professora de história e especialista em pedagogia cemiterial, Kate Rigo, afirmou que o maior desafio deste trabalho é convencer o setor pedagógico de que o cemitério é uma escola a céu aberto, pois trabalha a matemática, os variados estilos da arte grega, por meio dos mausoléus, a geografia, ciências, filosofia e outras disciplinas em um espaço diferente.


“A ideia de utilizar o cemitério como um espaço de aprendizagem não é comum para a  sociedade brasileira. A iniciativa da trilha educativa é ótima, pois além de adquirirem mais conhecimento, os alunos começam a valorizar a própria vida”, concluiu Kate.

Apresentação de dança dos alunos

Lucas Lima, estudante do 6º ano do CIEP Henfil, nunca havia ido a um cemitério e através da visita pôde ampliar seu conhecimento com relação a história do bairro onde mora desde que nasceu.

“Tenho orgulho de morar no Caju, pois além de ter a Vila Olímpica, há várias pessoas famosas enterradas no cemitério”, ressaltou o estudante.


As atividades da trilha “Ilustres Mortais” foram articuladas com os estudantes das Escolas Municipais Marechal Mascarenhas de Moraes, Espiridião Rosa, Walter Carlos Magalhães Fraenkel e CIEP Henfil, todas integrantes do Bairro Educador Caju, desde março deste ano.

Por Ana Paula Santana


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Alunos se conscientizam que o cemitério é um espaço educativo


Os estudantes das quatros  unidades escolares do BE Caju (CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas), visitaram durante a primeira semana de abril, dos dias 1º a 12 de abril, o Cemitério São Francisco Xavier no Caju, em prol da trilha educativa “Ilustres Mortais”. O objetivo da visita foi mostrar para os estudantes que o cemitério também é um espaço educativo.


O guia do cemitério, Waldeir de Almeida, acompanhou os estudantes que visitaram os túmulos do Barão do Rio Branco, Jamelão, Nena Martinez e Noel Rosa, personagens que tiveram influências para a história e cultura brasileira.


Um funcionário da Santa Casa contou para os estudantes algumas histórias de terror vivenciadas, e mesmo com essas experiências ele ressaltou não ter medo do local. “O relato do funcionário ajudou alguns estudantes a desconstruir o medo do cemitério, pois ele viu fantasmas, assombrações e mesmo assim continua trabalhando sem medo por aqui,” disse um estudante da Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


O guia também explicou aos estudantes o significado de algumas denominações utilizadas no espaço, como por exemplo: carneiro, jazigo, mausoléu e capela. Ele  ressaltou que o principal meio de comunicação entre os funcionários do cemitério é o sino.


Durante o percurso os estudantes também puderam conhecer os mausoléus da Força Expedicionária Brasileira – FBE, onde foi enterrados o General Presidente João Figueiredo, de Emilinha Borba, Lamartine Babo, Barão de Mangaratiba e a quadra da Irmandade de São Pedro.


O BE agredece a todos os diretores, professores, estudantes, responsáveis e à administração do cemitério em viabilizar as visitas e desmitificar a ideia que a sociedade tem deste espaço. 


Por Marcelly Pereira

sexta-feira, 22 de março de 2013

Primeiros encontros da trilha educativa: Ilustres Mortais


Na primeira quinzena de março a gestora de projetos, Marcelly Pereira, iniciou a trilha Ilustres Mortais nas quatro unidades escolares que integram o BE Caju: CIEP Henfil, Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes e Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel. Até o presente momento foram finalizados os dois primeiros encontros, que antecedem a visita ao cemitério.



Ao apresentar a proposta da trilha, os professores demonstraram entusiasmo e anteciparam para os estudantes que eles irão visitar o espaço cemiterial.  Os estudantes, no início, se espantaram com a proposta de visitar o cemitério, pois não enxergavam as potencialidades deste equipamento urbano. Após entenderem a proposta da visita, assistiram um vídeo de sensibilização com imagens antigas do bairro, mostrando as riquezas e o legado da nobreza no Caju. Todos foram questionados com relação ao equipamento urbano e o por que têm resistência em visitá-lo.



A atividade do segundo encontro foi pautada nas habilidades dos estudantes de 6º ano, na disciplina de geografia, que trabalha a relação do aluno com o bairro de origem. No primeiro momento a gestora de projeto explanou sobre o conceito de lugar e as suas diversas significações, utilizando as orientações de ações lúdicas do Educopédia. Na perspectiva de integrá-los à trilha, o encontro foi interativo, pois contou com a participação deles no simulador de vida, uma aula prática sobre o conceito de lugar, relacionado à sobrevivência do dia a dia e à vida social. Em seguida, os estudantes acessaram o google maps, onde foi apresentado o mapeamento do Bairro Educador e explicado cada ícone. A partir da interatividade dos participantes foram visualizados um varal e um resquício de praia (bastante poluída), mas com um píer abandonado.



Nesta semana foi finalizado o terceiro encontro da trilha, que tem como proposta mostrar os marcos históricos do bairro, com a construção da linha do tempo, tendo como ponto inicial a chegada da Família Real ao Brasil. Para garantir a atenção dos estudantes e potencializar a participação das professoras, será realizado um jogo de perguntas e respostas, com direito a ajuda dos professores, google e universitários.

A cada encontro os estudantes diminuem suas resistências e ampliam o conhecimento a respeito do tema. A geógrafa Nágela Golçaves, professora da Escola Marechal Mascarenhas de Moraes, sinalizou alguns trabalhos possíveis para serem elaborados ao longo do semestre. A diretora Maria Cristina Caramuru comentou que na Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas realizou um trabalho similar na década de 80, mas naquela época o bairro era outro, e acrescentou o roteiro da visita ao cemitério.

Na primeira semana de abril os estudantes irão visitar o cemitério. Será um momento de rupturas e de ressignificação, onde o cemitério será visto como um espaço educativo.
Por Marcelly Pereira


terça-feira, 19 de março de 2013

Alunos participam de atividades lúdicas no Museu da Light

Na terça feira, dia 19 de março, estudantes de duas turmas de educação infantil, do CIEP Henfil, BE Caju, visitaram o Museu da Light, através de uma parceria articulada pelo Bairro Educador junto à direção da unidade escolar. Participaram da atividade duas responsáveis dos estudantes, a fim de auxiliar as professoras e a gestora de projeto.


Durante o percurso até o espaço cultural, os estudantes demonstraram entusiasmo ao visualizar as construções civis e a região portuária, algo próximo ao bairro do Caju. A professora Tatiana Gregório mencionou que a maioria dos estudantes criam raízes no Caju sem sair do local, nem para passear.


A equipe de mediação do museu recebeu muito bem os estudantes, explorando os objetos e as estruturas manipuláveis, permitindo uma maior interatividade entre visitante – objeto. Desta forma, estimulados com a receptividade da mediação, os estudantes fizeram a visita com intuito de investigar e conhecer mais o museu. A relação dos estudantes com o espaço foi consequência de uma apresentação realizada pela gestora de projeto, que explicou para a turma o lugar a ser visitado, por meio de slides. No site da instituição, eles acessaram os jogos educativos, afim de conhecer mais sobre a história do museu.



O pátio do museu é um local de grandes possibilidades interativas e aproveitamento dos recursos naturais. De acordo com uma professora do CIEP os estudantes ficaram animados ao conhecerem o local.


Há muito tempo eles não brincam no escorregador, e naquele momento eles puderam aprender a diferença entre os brinquedos por meio de linguagem lúdica”, disse a professora.


Nos outros espaços eles puderam descobrir de forma lúdica os diversos tipos de energia do planeta, pois conheceram os suportes de descoberta de energia, eletromagnetismo e  eletricidade, aprenderam como fazer a economia de energia, brincaram com os jogo de quebra cabeça, leram livros interativos e assistiram alguns vídeos educativos. 

Por Marcelly Pereira

terça-feira, 12 de março de 2013

Estudantes do PEJA visitam a Exposição “História contada por elas”


Na sexta feira, dia 8 de março, foram reinauguradas no BE Caju as atividades de apropriação da cidade com professores, inspetora e os estudantes do Programa de Educação para Jovens e Adultos (PEJA) do CIEP Henfil. A data escolhida representa o Dia Internacional das Mulheres, e por este motivo os estudantes visitaram a exposição “História contada por elas”, sediada na Escola SESC de ensino médio.


No ano anterior os estudantes percorreram diversos bairros do Rio de Janeiro, ampliando o repertório cultural deles, dos familiares e convidados. A estudante Maria Deuva contou para as novas alunas que no ano anterior ela não queria ir aos passeios organizados pelo BE junto à escola, mas no dia em que decidiu participar ela conheceu todos os espetáculos e exposições, levando também um amigo.



Os estudantes, em sua maioria mulheres, estavam interessados em conhecer uma exposição de arte urbana, elaborada por mulheres. Ao chegar ao espaço, as alunas elogiaram a presença de elementos do cotidiano no espaço expositivo. No local haviam uma caixa d’água com peças íntimas, um maço de cigarro e um vidro de perfume, fato que chamou atenção dos estudantes. A gestora de projeto estimulou a leitura das obras, facilitando também o entendimento dos estudantes. Desta forma, eles conseguiram compreender a mensagem passada pela exposição e pelos poemas citados nas paredes.



A artista Carmen Lúcia explicou que o objetivo da exposição é apresentar o resultado das oficinas realizadas pela Rede NAMI (Rede Feminista de Arte urbana). A mensagem da exposição dialoga com a comemoração do dia internacional da mulher, um momento de lembrar as conquistas de todas as mulheres e propõe uma reflexão sobre alterações nas vivências, almejando melhorias profissionais, sociais e afetivas.


Ao fim o grupo demonstrou interesse em participar das próximas atividades, ampliando o capital cultural e conhecendo outros equipamentos culturais presentes na cidade.

Por Marcelly Pereira


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Retorno às escolas do BE Caju


As aulas das escolas da rede municipal de ensino tiveram início na última semana de fevereiro, e o BE Caju fez um planejamento com o objetivo de aplicar atividades lúdicas que serão desenvolvidas com os estudantes no decorrer deste ano letivo. Para a realização das atividades, é fazer um traçado pedagógico realizado a partir do Projeto Político Pedagógico - PPP e o plano de trabalho dos professores. 

Os planos de trabalho estão em processo de amadurecimento, todos foram construídos a partir da demanda e do perfil da comunidade escolar. Apesar das especificidades, é necessário alinhar algumas ações entre as unidades de ensino, promovendo uma integração entre as escolas do bairro. Este ano duas atividades irão integrar as escolas, a trilha do "Eu" e "Ilustres Mortais". As escolas do Bairro Educador Caju são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel, Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


A trilha do “Eu” surgiu no ano passado, pois foi identificado de acordo com a opinião de estudantes de unidades escolares do entorno, que haviam diversos fatores que tornavam o CIEP Henfil um espaço negativo, devido também a sua localização. A trilha educativa do “Eu”, edição 2013, apresenta algumas características, tais como: a utilização do google maps para identificar a casa dos estudantes da educação infantil, mostrando os diversos núcleos que integram o Caju. 

Segundo a professora Rosangela Patriota (Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira) “as mães e as crianças entendem o Caju apenas como o centro do bairro, porém quando falamos de Parque São Sebastião, Chatuba, Parque Conquista e Manilha, fazemos referência também ao Caju”. Ao encontro da trilha que propõe uma ação de apropriação da cidade, a professora Tatiane Gregório sinalizou uma atividade muito interessante aos estudantes, que foi conhecer o Pão de Açúcar, já que o bondinho abriu inscrição para fazer uma visita ao local.


Os “Ilustres Mortais” é a trilha educativa que dialoga com algumas das ações estratégicas do Bairro Educador, no que tange a apropriação da cidade; realização de ações coletivas entre as Escolas do Amanhã e outras unidades escolares do mesmo Bairro Educador; realização de ações envolvendo Escolas do Amanhã e parceiros; fomento de parcerias com PSE (Programa Saúde na Escola) e PSF (Programa Saúde da Família). O objetivo da atividade é motivar a utilização do equipamento urbano enquanto um recurso pedagógico, que permite melhorar o aprendizado nas disciplinas de português, história, artes e geografia. As escolas que estão participando dessa atividade são: CIEP Henfil, Escola Municipal Professor Walter Carlos de Magalhães Fraenkel e Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas.


O BE pretende realizar este ano a feira literária do Caju; formação do núcleo de comunicação do amanhã; PROCEI - Projeto CEI - Conhecer, Escolher E Investir: oficinas pedagógicas sobre projetos de vida com transição para o ensino médio e feira de profissões; participar das reuniões do Cartão Família Carioca; criar o núcleo de mães; e a revitalização e fortalecimento dos grêmios. O planejamento agrega as propostas da direção, coordenação pedagógica, professores e estudantes. 

Por Marcelly Pereira


domingo, 30 de setembro de 2012

Trilha Educativa integra as Escolas do BE Caju


O CIEP Henfil e a Escola Municipal Professora Laura-Sylvia Mendes Pereira unidades integrantes do BE Caju, desenvolveram a trilha educativa do “Eu”, durante os meses de setembro e outubro. A proposta surgiu a partir do depoimento de estudantes que não gostariam de estudar no “Brizolão”. O objetivo da trilha é promover a integração entre os estudantes de ambas as escolas, utilizando uma abordagem pedagógica lúdica,  desenvolvendo um canal de comunicação entre as turmas da Educação Infantil.




A proposta surgiu no fim do mês de março, após conversa com as professoras da Educação Infantil de ambas as Escolas. Após reuniões de planejamento com diretoras, coordenação pedagógica e professores das unidades envolvidas, foi dado o início para a elaboração de ações estratégicas que trabalham com a identidade dos estudantes, a relação com o território, a importância do nascimento, os direitos, a noção de pertencimento ao núcleo familiar e ao núcleo escolar e a desconstrução negativa do CIEP Henfil.


Os estudantes da Escola Municipal Profª Laura-Sylvia Mendes Pereira podem ser encaminhados no próximo ano à outra unidade escolar, tendo como opções de mudança o CIEP Henfil e a Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas. A preferência dos responsáveis e das próprias crianças é ingressar na Escola Municipal Marechal Espiridião Rosas, mas quando isso não acontece há o receio de ingressar no “Brizolão”. Aqui começa a história da Trilha do Eu....


Os encontros semanais acontecem simultaneamente entre as escolas. A proposta da próxima atividade é que os estudantes das unidades escolares envolvidas troquem cartas entre si, falando sobre o dia a dia na escola. 



A trilha do Eu é uma ação proposta pelo BE Caju, que tem como autoria os professores e conta com a participação dos parceiros. Todas as parcerias atuaram em corresponsabilidade, como por exemplo, a ESPOCC – Escola Popular de Comunicação Crítica, representada por Thiago Diniz responsável pela doação dos três bolos para as unidades escolares; João Batista Henrique – JB “o contador de histórias da Maré”; a Cooperativa de Pescadores do Caju - COOPESCAJU com as histórias dos pescadores; Petrobrás e Engenharia Galvão com a realização do Cine Br.


A atividade planejada para aplicação do Marco 0 (primeira atividade de uma culminância) e  para o Marco Um foi a dinâmica do espelho. O foco é perceber a relação da criança com a imagem refletida no espelho, com ênfase nas narrativas expostas. No Marco 0 alguns estudantes ficaram indiferentes com o próprio reflexo, todos falavam somente o nome e a idade. Já no Marco 1, além da apresentação do nome e da idade, contaram suas histórias na frente da turma, enfatizando os sonhos, as brincadeiras preferidas, os membros da família e o lugar preferido do bairro onde moram.



A trilha educativa “Eu” aproxima estudantes e famílias que convivem no mesmo bairro, em ambientes bastante diferenciados. A culminância da trilha propicia o fortalecimento entre as  famílias e as escolas.


Por Marcelly Pereira


terça-feira, 17 de julho de 2012

1ª CRE realiza evento para marcar sua representatividade


A 1ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), realizou no dia 17 de julho um evento para marcar e demonstrar sua representatividade no ano de 2012. Este evento foi denominado “1ª CRE Investindo na Representatividade – Posse Solene do Conselho Escola Comunidade” e realizou-se no teatro Mário Lago, situado no Colégio Pedro II no Campo de São Cristóvão.



A ideia do evento era demonstrar que (juntos e compartilhando responsabilidades) ajudaremos os estudantes a alcançarem o sucesso em suas vidas. O evento contou com a presença das direções das unidades escolares, os CEC’s (Conselho Escola Comunidade), grêmios estudantis, pais representantes e os parceiros da CRE, que ajudaram a compor a programação da parte da tarde.


Após a cerimônia de abertura, foi feita a certificação dos CECs da E/SUBE/1ª CRE representados por suas direções. As apresentações culturais ficaram a cargo dos parceiros da 1ª CRE. Além disso também ocorreu a apresentação da Carta da Terra, produzida pelo Grêmio da Escola Municipal Portugal e enviada aos representantes dos países participantes da Rio + 20.



As demais apresentações foram do Coral da Escola Municipal Portugal, do Núcleo de Artes da Avenida dos Desfiles, o Balé do CIAD (Centro Integrado de Atenção aos Portadores de Deficiência Física) e o Segundo Turno Cultural do CIEP Henfil, com a apresentação do forró da Arara Azul.




O encerramento ficou por conta de uma homenagem da CRE ao Rio de Janeiro, que na semana anterior foi intitulado Patrimônio Cultural da Humanidade. A mesma se deu através da apresentação de slides com imagens símolo do Rio.


A equipe do Bairro Educador, atuante nesta Coordenadoria, agradece a 1ª CRE pelo convite e a parabeniza pelo evento de valorização dos seus integrantes, nas mais diversas atuações.


Por Priscilla Babo